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O Pão nosso de cada dia, Avenidas Novas

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Andava eu à procura do comentário do Pão nosso de cada dia (a partir daqui passo a referir-me apenas como Pão Nosso) no 12h30, para lhe acrescentar alguma das fotografias que tinha tirado, quando me apercebo que nada havia para procurar. Afinal o tal comentário nunca tinha sido mais do que uma intenção, muito boa certamente, mas nunca concretizada. Por isso vamos lá colmatar este lapso da minha parte!

O Pão Nosso tem uma localização fantástica, especialmente para pessoas (como eu) que gostam de usufruir dos jardins da Gulbenkian e passear pelas Avenidas Novas, ficando no prédio que faz esquina entre a rua Marquês Sá da Bandeira e a Avenida Miguel Bombarda, mesmo de frente para a Gulbenkian.

É fácil de dar conta do local, com as cadeiras de esplanada verdes e as suas paredes de vidro que mostram "descaradamente" toda uma montra de iguarias e um espaço interior que, apesar de apertadinho, tem uma decoração digna de (pelo menos) uma espreitadela. E aqui reside a única espécie …

RésVés, Campo de Ourique

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"(...) a expressão resvés Campo de Ourique, que significa "por um triz, à justa", remonta ao traçado urbano da Lisboa oitocentista: a circunvalação que traçava os limites da cidade passava dentro do próprio bairro de Campo de Ourique, na rua Maria Pia, pelo que o bairro era considerado à justa parte de Lisboa (a zona do Casal Ventoso já era exterior às portas da cidade). Os limites da cidade são actualmente mais abrangentes mas a expressão cristalizou-se e permanece na linguagem corrente." inFlip

"A expressão résvés Campo de Ourique remonta a 1755 quando o terramoto assolou Lisboa tendo destruído a cidade até à zona de Campo de Ourique, que ficou intacta. A partir daí o ditado generalizou-se." in Passado curioso



Campo de Ourique sempre foi um bairro com vida e movimento mas, nos últimos anos, o encerramento de inúmeros espaços comerciais tinha provocado alguma estagnação. Mas, qual fénix a renascer das cinzas, Campo de Ourique parece estar a ganhar …

Fábrica do Pão, Avenidas Novas

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Este post é dedicado a quem por vezes me irrita e a quem eu consigo tirar do sério, porque isto de trabalhar com pessoas tem muito que se lhe diga.

Desde o momento em que enviei um mms com a foto de um croissant de alfarroba com recheio de gila e doce de ovos, que tenho estado under siege. Tenho sidopressionado, ameaçado, coagido e [quase] fisicamente compelido a divulgar onde é que o comi. Tudo isto feito com a desculpa de que as pessoas com costelas algarvias não devem ser privadas de comer tudo o que tenha alfarroba. Pois....

... mas sendo eu uma pessoa obstinada [ou teimosa, como as pessoas preferem dizer], resisti a todos as investidas, qual Temístocles a enfrentar Artemísia [vá,comparar-te à Eva Green merece pontos].

O chamado espírito do contra, que tantas vezes me assola, levou-me a gritar em plenos pulmões [num sms]: apenas irei divulgar o nome do local num post. Eu sei, eu sei, sou terrível :-) Não me chamo Ivan, mas podia.
E assim, para que não digam que o local onde comi…

L’Atelier by Stef, Lisboa

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É mesmo verdade, verdade, verdadinha, daquelas mesmo verdadeiras, a notícia de que La Boulangerie by Stef foi desta para melhor. Mas não se assustem (ou tentem saber para onde mandar as flores), que a ideia não morreu, mudou-se. A Boulangerie abriu noutro local, com outro nome (L’Atelier), mas sempre by Stef.
Como o anterior projecto by Stef, L’Atelier fica numa zona histórica, desta feita junto ao Museu Nacional de Arte Antiga, mais concretamente no topo do Largo Doutor José Figueiredo (Rua do Olival). Desde já alerto que para o encontrar é preciso saber de antemão onde fica o Atelier ou então é-se turista e descobre-se por acaso... isto para tentar dizer que o L’Atelier passa despercebido mas com alguma perseverança (e esforço físico... up, up and away!) encontra-se.

Se possível (nada de fazer cara feia) vão a pé ou de transportes públicos, compensa a todos os níveis. Isto porque, se existe local em Lisboa onde estacionar não só é uma arte, como também um acto de fé, é aqui. É preci…

Strudel, Av. Novas

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E dando largas ao alcoviteiro que existe em mim (e em vocês também, não pensem...), vamos lá falar do vizinho. O tal que fica a dois passos da Fábrica dos Sabores ou, se quisermos ser mais preciosistas, ao virar da esquina.

 O Strudel tem um aspeto muito aprumadinho, com muito pinho e muito branco, sem, no entanto, nada que o faça sobressair por aí além (para o bem e para o mal). Se tivesse mesmo que apontar algo ligeiramente distintivo, seriam as cadeiras enormes (e pesadas) e os candeeiros/lâmpadas. Mas se as lâmpadas até são engraçadas e úteis, já as cadeiras ocupam muito espaço e, quando está muita gente, dificultam a movimentação (mas que são estáveis e dão bom apoio às costas, especialmente a quem é alto, sem sombra de dúvida que dão). Apesar de perceber que quanto mais lugares, mais clientes podem ter (e o mar não está para peixes), acho que exageraram ou no tamanho dos mobiliário ou no número de mesas, tornando o espaço entre mesas um pouco escasso (à hora de almoço não deve …

Fabrica dos Sabores, Lisboa

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O Sebastião deu o mote no post do Honorato, quando falou sobre as modas... A última moda é realmentea das hamburguerias mas a das padarias ainda se mantém acesa.
No passado dezembro abriram duas novas padarias a uma distância de 20 metros ?!? Isto já para não falar que existe uma Padaria Portuguesa mesmo ali ao virar da esquina e que o Choupana fica do outro lado da rua. Estou a referir-me à Fabrica dos Sabores (à qual este post é dedicado) e o Strudel que ficará para uma próxima oportunidade.
A Fabrica dos Sabores é perto de casa e, para variar um pouco da Padaria Portuguesa (onde sou sempre bem acolhida e onde vou com tanta frequência que já sabem como gosto do café), já lá fui umas quantas vezes, normalmente à tarde. No entanto, também já experimentei ao almoço. 
Tudo o que provei era muito bom. Os bolos, sobremesas (como a que está na foto, uma mousse de chocolate, mesmo de chocolate, com creme de bolacha por cima... divinal!), e o pão é muito bom.
Ao almoço experimentei a tosta de…

Confeitaria LX, Avenida Roma

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E assim de súbito, sem aviso prévio, sem um sinal de alarme ou o tocar de um carrilhão surge mais uma padaria. Chamem estas novas padarias de modernas, contemporâneas, avantgarde, grunge, punk-rock ou renascentistas, no fundo tanto faz, o engraçado é que são cada vez mais e isso é bom.

Não quero com isto dizer que os cafés deviam virar todos padarias, não senhor!, apenas é bom ter um local diferente onde ir uma vez ou outra para variar. Existirá sempre espaço (e clientes) para os cafés a que estamos habituados, com os seus balcões frigoríficos envidraçados, as lâmpadas fluorescentes intensas, as lâmpadas UV para matar as moscas e os empregados de camisa branca que vêm perguntar o que queremos comer, fazendo variar os seus modos entre o tom simpático e brincalhão (especialmente se já somos clientes habituais) e a cara fechada e tom seco de quem não tem tempo a perder (e ai de quem tenha dúvidas sobre o que pretende). A ConfeitariaLx (ConLx) está dentro desta nova leva de cafés a qu…

Padaria do Bairro, Avenidas Novas

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Eu, Sebastião da Silva, perder-me é algo "tão natural como a sua sede" ou, para ser ainda mais rebuscado, uma verdade de La Palice. É um "dom" que me assola desde tenra idade (mas, ainda assim, melhor que ver "dead people".... acordar e ver o Bruce Willis a olhar para mim era capaz de me dar insónias) e não se tem atenuado com a idade, muito pelo contrário.
Isto tudo porque andava eu nas Avenidas Novas (mais concretamente na Elias Garcia), fisgado em ir ao supermercado Pouco Doce da 5 de Outubro, como tantas vezes já o fiz, eis que me distraio e pronto lá perdi o norte! Primeiro praguejo e digo vitupérios em relação à minha desatenção, depois reparo num Smallpreço e penso "Serve!". Quando saio do carro, vejo que estacionei em frente a uma padaria com um aspecto todo pintas.



Compras de supermercado....padaria com bom aspecto......cinco segundos depois desta profunda e intensa discussão interior, entrava pela padaria a dentro. A padaria, chamada…

Eric Kayzer

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E eis que surgiu mais uma cadeia de padarias em Lisboa [ou, se quisermos chamar os bois pelos nomes, mais umas fábricas de encher pneus]! E agora chegou a hora da penitência... Sim, eu sei que a Eric Kayzer já abriu à resmas de tempo mas, como algum poeta de vão de escada já deve ter dito, o tempo é fluido e escorregadiço por isso quando caímos em nós Tumba! estamos a escrever um post "ligeiramente" atrasado... Pior [estou numa fase de purga], demorei tanto tempo que já existem dois Eric Kayzer e meio (shame on me!!!! shlap! shlap!). Mas adiante.

Segundo reza a história, o Sr. Eric Kayzer é um homem apaixonado pelo pão, de tal maneira que quando vê uma baguette logo se agarra a ela [como a perturbadora imagem assim o comprova.... too many jokes]. E foi esta paixão pelo catetinho [alguém ainda se lembra de onde vem esta referência?] que serviu de motor para o que se viria a tornar uma cadeia internacional de boulangeries, agora chegada a Portugal. Em nota de rodapé.... Tenho…

Tartine, Chiado

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Lembram-se do primeiro parágrafo que escrevi sobre a La boulangerie by Stef? Não? Pena... Porque o presente comentário vem comprovar o que escrevi nesse parágrafo.
Mas, como qualquer grande escritor
[para que fique claro, o adjectivo foi utilizado porque sou alto, não porque escreva bem]
de uma série de livros sempre com o mesmo personagem principal
[neste caso "Comida, Boa Comida", que pode vir shaken, stirred, com ou sem olive, desde que saiba bem, vale tudo.... o meu amigo Bond é que é mais esquisito]
é perfeitamente possível ler o comentário do Tartine sem ler o da boulangerie, conseguindo perceber facilmente toda a trama e o final fará sentido (pagar a conta :-).



 A minha primeira visita à Tartine foi de fugida, estava ao telemóvel com alguém com quem não falava à muito e não queria interromper (à que aproveitar quando a TMN dá uma borla). Mas entre gestos e frases desconexas (e muita paciência de quem me atendia) ainda consegui sair de lá com uma tarte …

La boulangerie by Stef, Baixa

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Padarias e etc... As padarias e suas digivoluções, caso ainda não tenham dado conta, estão na moda. E no que me diz respeito, é uma daquelas modas com a qual convivo bem [talvez bem demais...] e da qual, suspeito, não me vou fartar. Por mim, cresçam e multipliquem-se [não precisa de ser como coelhos] mas com qualidade e diversidade [vá lá tentem!], para no fim não se ter muito do mesmo. Por enquanto, todas as que tenho visitado têm características diferentes, o suficiente para que na minha cabeça sejam entidades distintas, mantendo apenas o pão e pastelaria circundante como elo de ligação.
Falando agora da razão do post. La boulangerie by Stef surgiu no meu sonar de uma forma abrupta [qual nuvem de torpedos a dar caça ao Outubro Vermelho], um dia nada sabia sobre a padaria, noutro chovem comentários de amigos, post's em blogs que vou seguindo e reportagens nas (poucas) revistas a que vou dando uma olhadela, todos a falar de como era um local a visitar. Bem, já que toda a gente diz …

A Padaria Portuguesa, Lisboa

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A primeira Padaria Portuguesa abriu em Novembro de 2010 na Avenida João XXI, em Lisboa. Admito que pensei que fosse apenas uma moda e que rapidamente entraria na corrente do esquecimento, tal era o burburinho em volta de uma simples Padaria.

Mas enfim, apesar do burburinho ter acalmado, a Padaria não só continua de pedra e cal na Avenida João XXI como já disseminou a semente por Campo de Ourique e Vila Franca de Xira.
E o que tem de diferente esta Padaria de tantas outras padarias e pastelarias por essa Lisboa a fora? Na minha opinião, uma combinação bem sucedida entre um bom produto alimentício e uma decoração de loja bem conseguida. Nota-se que toda a decoração foi pensada de forma a interligar linhas modernas com gostos de outros tempos, criando um ambiente ao mesmo tempo contemporâneo e tradicional. A confirmá-lo está o chão de mosaico em tons de castanho e laranja, igual a tantos outros que se pisavam por esse Portugal fora; os dispensadores de guardanapos forrados; os s…