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Nicolau Lisboa, Baixa

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Se existe frase que merece ser escrita numa t-shirt é "nunca ninguém disse que a vida era suposto ser fácil". Este último ano tem sido algo confinado a determinados espaços e passos, a projetos e aventuras, que fizeram com que o tempo passa-se a correr e, eis que senão quando, cá estamos nós de volta ao Natal e apenas com meia dúzia de entradas no blog.
A ida ao Nicolau Lisboa foi uma das primeiras vezes, ao fim de vários meses, que pude espairecer sem sentimentos de culpa, sem pensar que tinha aquilo e aquilo e aquilo e aquilo e aquilo para fazer. E esteve quase para não acontecer. Como era o primeiro dia de liberdade não queria vê-lo manchado por uma má aposta, por isso pensava em jogar pelo seguro e ir a um qualquer local já velho conhecido, com créditos firmados. Mas (felizmente) fui convencido a experimentar este novo local.
O Nicolau Lisboa fica na Rua de S. Nicolau, perto da interseção desta rua com a Rua do Fanqueiros. Não é difícil de dar conta do local, com a espla…

O Pão nosso de cada dia, Avenidas Novas

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Andava eu à procura do comentário do Pão nosso de cada dia (a partir daqui passo a referir-me apenas como Pão Nosso) no 12h30, para lhe acrescentar alguma das fotografias que tinha tirado, quando me apercebo que nada havia para procurar. Afinal o tal comentário nunca tinha sido mais do que uma intenção, muito boa certamente, mas nunca concretizada. Por isso vamos lá colmatar este lapso da minha parte!

O Pão Nosso tem uma localização fantástica, especialmente para pessoas (como eu) que gostam de usufruir dos jardins da Gulbenkian e passear pelas Avenidas Novas, ficando no prédio que faz esquina entre a rua Marquês Sá da Bandeira e a Avenida Miguel Bombarda, mesmo de frente para a Gulbenkian.

É fácil de dar conta do local, com as cadeiras de esplanada verdes e as suas paredes de vidro que mostram "descaradamente" toda uma montra de iguarias e um espaço interior que, apesar de apertadinho, tem uma decoração digna de (pelo menos) uma espreitadela. E aqui reside a única espécie …

Pastelices, Seixal

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E pronto, na sequência do post anterior, poderiam já estar com falta de açúcar e eu não quero que vos falte nada, por isso venho-vos falar de mais um sítio para lanchar! Quem me conhece vê na minha aparência as consequências de frequentar este tipo de sítios...



A Pastelices fica nessa bela localidade que é o Seixal! Iniciou actividade há pouco tempo e também ficou minha conhecida pela publicidade do Facebook!
(será que posso pedir indemnização ao Zuckerberg pelos quilos extra?!)
A minha família seixalense foi a primeira a experimentar ao pequeno-almoço e gostou muito; nós fomos ao final da manhã, depois de mais um treino no campus do Glorioso! Confesso que poderá não ter sido a melhor opção de hora... não era pequeno-almoço, não era lanche, não se podia enfardar muito porque não estávamos longe do almoço (e não se pode dar maus exemplos às crianças...) e portanto, isto foi assim um "chove não molha", mas por culpa nossa!
As opções são muitas...oh, se são... ele é bolos caseiros,…

Santa Coina Confeitaria, Coina

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Pois, que hoje, para tentar retomar um pouco a actividade aqui neste mortiço 12h30 vos venho falar da Santa Coina Confeitaria, que fica onde?! Pois claro, em Coina... . . . . . pronto, já dei um pouquinho de espaço para libertarem o adolescente que persiste em todos nós, para saírem as piadas todas acerca da localização e pronto, já podemos seguir serenamente com este post! :) :)

Fiquei a saber da existência deste espaço por publicidade do Facebook, o que enfim, vem até certo ponto confirmar que aquilo funciona! Porque digo-vos que de outra maneira seria complicado, uma vez que a localização é um dos pontos fracos da confeitaria.
E continuando nos pontos fracos, o seguinte é mesmo o espaço em si... pois, aquilo é minúsculo, com duas mesinhas no interior, e uma esplanada completamente espalhada pelo passeio em frente... enfim, na minha opinião urge uma mudança de espaço!
Porque, caríssimos donos, em boa verdade vos digo, que se mudarem para um espaço que vos dê mais liberdade e bem-estar à…

Sacolinha

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Ia jurar que o Sebastião já tinha escrito sobre a Sacolinha. Mas não encontro, por isso Sebastião as minhas desculpas se já tinhas escrito.
A Sacolinha abriu em 1986 no Bairro do Rosário em Cascais espalhando-se qual polvo com os seus tentáculos por outras localizações em Cascais, mais tarde conquistaram Oeiras, Amadora e finalmente Lisboa.
Quando fui trabalhar para Oeiras, das primeiras coisas que me falaram foi da maravilha que era a Sacolinha. Ainda resisti durante algum tempo, mas era tanta a publicidade à Sacolinha que acabei por ceder.
Já fui várias vezes à Sacolinha, a comprar bolos “tipo aniversário” gigantes, a almoçar ou a lanchar. A minha impressão geral é que é demasiado caro para aquilo que comi. A Sacolinha é cara, para pastelaria normal é cara, e nenhum dos produtos que consumi me fez achar que ali existia algo que a diferenciasse de outras pastelarias.
Numa derradeira tentativa de descobrir as afamadas maravilhas da Sacolinha provei o bolo de bolacha. Como sou uma grande f…

Fábrica Coffee Roasters, Av. Liberdade

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E porque nos locais mais inusitados se fazem descobertas....

...quase no fim das Portas de Santo Antão, bem para lá do cruzamento com a rua do Condes, por entre prédios devolutos e passeios esburacadamente estreitos, fui acompanhando o construir de um apetecível novo espaço, a Fábrica Coffee Roasters.

Para chegar à Fábrica Coffee Roasters basta (a) continuarem a subir as Portas de Santo Antão, para lá da rua do Hard Rock Cafe; (b) descerem a rua a partir da calçada do Lavra; (c) por teletranporte, para isso basta dizerem as palavras Beam me up, Scotty! ao mesmo tempo batendo com os calcanhares um no outro (é a semana dos óscares, não resisti). É impossível não darem conta do espaço, nem que seja por contrastar com a desertificação à sua volta, com a esplanada e o interior do espaço, que a entrada deixa antever, a cativar sobremaneira o olhar e o interesse.

Da primeira vez que passei à porta da Fábrica, esta estava ainda na fase de acabamentos, tendo-me ficado na memória o cheiro in…

Queijadaria, Estefânia

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Desde que me mudei da zona da Estefânia, faz agora um ano, que muito mudou por aquelas bandas. A última novidade foi a abertura da Queijadaria, na qual a principal oferta são queijadas de variados sabores.
O ambiente
A sala é simpática e acolhedora, em tons de branco e com lâmpadas de filamentos amarelos e engraçados. No fundo da sala há uma pequena esplanada. Mas com o frio que está não era muito apetecível. 



As queijadas
A oferta em queijadas é muito variada, há as de nutella, oreo, abóbora e noz, manteiga de amendoim, côco, entre outras. Mas também existem outros doces, nomeadamente bolos à fatia, com muito bom aspeto.
A escolha foi difícil, todas tinham muito bom aspeto. Acabei por optar por uma queijada de manteiga de amendoim. A queijada estava saborosa, mas não fiquei maravilhada. Se ainda vivesse por ali era capaz de voltar para provar outras queijadas, como a de oreo, mas como não residente não fiquei com especial vontade de me fazer ao caminho.



O preço
As queijadas são 1,55 eu…

Casa do Preto, Sintra

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Claramente, o espermatozóide que tinha os genes que codificavam o poder de síntese tirou férias no dia da sorte grande. Devia estar com gripe ou, melhor ainda, com Zika. Mas até eu tenho alguma dificuldade em desfiar um rol muito extenso sobre a Casa do Preto, por isso um short post, for a change.
É um café, ponto. Não tem nenhum preto vestido como se fosse um pupilo do exército, pelo menos que eu visse. Criou fama com as queijadas e travesseiros e consegue manter essa mesma fama, é um verdadeiro rodopio de gente a entrar para comprar e levar, pois de outra forma não haveria razão para pantilhões de gente parar no meio de lado nenhum.
O atendimento é funcional e o espaço tem ar de café/pastelaria tipicamente portuguesa, como se quer de uma casa que vende tradição. Tem duas mais valias: uma boa esplanada e um bom parque de estacionamento.

Mas, e vale a pena parar? Claro que sim, o que é doce nunca amargou. Vale a pena parar mais vezes? Hummmm... para mim não, não vejo a mais valia. T…