Cinemateca Portuguesa, Lisboa
Por vezes (re)descobrem-se pequenos prazeres.
Quando tentava imaginar o que queria (poderia) fazer numa tarde de inverno chuvosa e cinzenta, ir ao cinema foi logo o que me ocorreu. Mas enfiar-me nos centros comerciais do costume, estava-me a custar.
Assim, estava eu a percorrer, com pouca vontade, esse site imprescindível para qualquer cinéfilo regular - o Cinecartaz Público, quando vi que o Seven (Brad Pintas num dos seus desempenhos mais desempoeirados, conseguido graças à mestria de quem o acompanhava - Morgan Freeman e Kevin Spacey) estava em reposição na Cinemateca Portuguesa. Tcharam!
Matei três coelhos com uma só cajadada: fui à cinemateca (com o Quarteto encerrado, único local onde se consegue ver um filme em escuridão absoluta, tão necessário para ver um filme como Seven ;-), revi um filme fantástico (com um ambiente semelhante ao que estava no exterior do edifício) e lanchei na cafetaria da cinemateca (local acolhedor e com atendimento simpático).
Ok, não existe uma variedade…
Quando tentava imaginar o que queria (poderia) fazer numa tarde de inverno chuvosa e cinzenta, ir ao cinema foi logo o que me ocorreu. Mas enfiar-me nos centros comerciais do costume, estava-me a custar.
Assim, estava eu a percorrer, com pouca vontade, esse site imprescindível para qualquer cinéfilo regular - o Cinecartaz Público, quando vi que o Seven (Brad Pintas num dos seus desempenhos mais desempoeirados, conseguido graças à mestria de quem o acompanhava - Morgan Freeman e Kevin Spacey) estava em reposição na Cinemateca Portuguesa. Tcharam!
Matei três coelhos com uma só cajadada: fui à cinemateca (com o Quarteto encerrado, único local onde se consegue ver um filme em escuridão absoluta, tão necessário para ver um filme como Seven ;-), revi um filme fantástico (com um ambiente semelhante ao que estava no exterior do edifício) e lanchei na cafetaria da cinemateca (local acolhedor e com atendimento simpático).
Ok, não existe uma variedade…