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Lucca, Lisboa

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Já diz o povo, com muita razão, que à terceira é de vez. Este restaurante conseguiu fugir-me do palato por duas vezes mas há terceira tentativa consegui. Por isso, com um saber de experiência feito, desde já aviso que para conseguir lugar no Lucca tem que se reservar ou chegar realmente cedo (19h30), senão a espera na antecâmara do restaurante pode ser longa e apinhada.

E onde fica o restaurante? Fica numa perpendicular da Av. de Roma (Travessa Henrique Cardoso), entre a rua do Frutas Almeida e a Rua do Hotel Roma, onde o estacionamento pode ser um pouco complicado, por isso recomendo o parque em frente ao Teatro Maria Matos/Hotel Lutécia.

E vale a pena? Sim, infelizmente vale. Apesar da dificuldade em arranjar lugar dentro e fora do restaurante, do atendimento apressado e o espaço aproveitado para caber o máximo de pessoas possível, a comida é muito boa.

E o que servem? A especialidade da casa são as pizzas, confeccionadas pelo método tradicional e em forno de lenha mas, para além disso…

A Carula, Paço D'Arcos

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E qual é o significado de carula? Não sei. Nome de animal, apelido ou inventado, tudo é possível (nem a wikipedia me conseguiu ajudar).
Mas o que importa, é que este é o nome de um restaurante de comida tipicamente portuguesa com vista para o mar, muito simpático e acolhedor, situado no que me parece ser, a rua principal de Paço D'Arcos. Como consequência da localização, o estacionamento pode nem sempre ser fácil mas, com um pouco de sorte (e paciência), é sempre possível encontrar um lugar.
O restaurante tem uma decoração simples e alegre, em que olhando para os quadros coloridos, que figuram ao longo das paredes, é possível perceber qual o ponto forte do restaurante: os peixes. No entanto, existem opções de carne, que apesar de serem em menor quantidade, não estão esquecidas. E como o forte da casa é o peixe (onde se incluem os moluscos) fomos na onda e pedimos: polvo e robalo escalado. Enquanto esperavamos, atacámos as fatias de pão com azeite quentinhas que nos puseram à frente …

Pão Doce

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Há muito que este post deveria ter sido escrito, quiçá poderia ter sido o primeiro deste blog, porque há muito tempo que eu e o Sebastião (e mais recentemente a Joana) somos fãs, frequentadores assíduos e amantes deste templo (ou antro de pecado, escolham) lisboeta.

O Pão doce é uma padaria, não tem sítio para sentar e apenas um pequeno balcão onde podemos comer, o que dependendo da hora nem é aconselhável, pois aquilo fica mais cheio do que um ovo. Por isso aconselho sempre a levar para casa, ou se quiserem, fazer um piquenique na Gulbenkian que fica ali ao lado.

Mas porquê tanto entusiasmo com uma padaria? Nem sei muito bem por onde começar... O pão é muito bom, há o pão tigre (ligeiramente doce), o pão da avó, a mistura escura, a mistura clara, o pão alemão, e um sem número de pães que por ali existem, mas quanto mais tarde chegarem menos variedade existe. E se forem às 8h da manhã, um pão da avó quentinho com manteiga, hummm.

Passando para os salgados existe uma bola deliciosa (e ol…

Kaffeehaus, Lisboa

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Este 3-em-1 (café, bar, restaurante - conforme a hora e o estado de espírito de quem o visita) localizado no Chiado, junto ao Teatro São Carlos (mesmo em frente ao New Wok), já andava debaixo de olho a algum tempo.
E, estranhamente, foi num dia de nevoeiro smartiano, e em que o objectivo do serão era chegar a um auditório perdido em Benfica, a tempo de ouvir (de forma condensada) a história bíblica, que decidimos experimentar este café situado no Chiado.
Segundo reza a história, o Kaffeehaus foi fundado por dois amigos austríacos, que apaixonados pela bela cidade de Lisboa, decidiram mudar-se para cá de malas e bagagens e abrir um café de inspiração vienense. A marca deste espaço é um enorme quadro com posters de óperas, filmes e peças de teatro austríacas.
A decoração é descontraída, acolhedora e confortável, fazendo com seja fácil prolongar a estadia por várias horas, na amena cavaqueira ou (como reparei em mesas próximas) a ler um jornal, livro ou a teclar no pc. A cultura faz parte …

Cinemateca Portuguesa, Lisboa

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Por vezes (re)descobrem-se pequenos prazeres.

Quando tentava imaginar o que queria (poderia) fazer numa tarde de inverno chuvosa e cinzenta, ir ao cinema foi logo o que me ocorreu. Mas enfiar-me nos centros comerciais do costume, estava-me a custar.

Assim, estava eu a percorrer, com pouca vontade, esse site imprescindível para qualquer cinéfilo regular - o Cinecartaz Público, quando vi que o Seven (Brad Pintas num dos seus desempenhos mais desempoeirados, conseguido graças à mestria de quem o acompanhava - Morgan Freeman e Kevin Spacey) estava em reposição na Cinemateca Portuguesa. Tcharam!
Matei três coelhos com uma só cajadada: fui à cinemateca (com o Quarteto encerrado, único local onde se consegue ver um filme em escuridão absoluta, tão necessário para ver um filme como Seven ;-), revi um filme fantástico (com um ambiente semelhante ao que estava no exterior do edifício) e lanchei na cafetaria da cinemateca (local acolhedor e com atendimento simpático).

Ok, não existe uma variedade…

New Wok, Lisboa

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"Start spreading the news, Im leaving today
I want to be a part of it - new wok, new wok
These vagabond shoes, are longing to stray
Right through the very heart of it - new wok, new wok"
(versão Chinatown)

New Wok. Quando finalmente descobri o nome do restaurante (o que só aconteceu durante o jantar), a primeira coisa que me veio à cabeça foi esta música do Frank Sinatra ;-)

Location, Location, Location. Fica situado na Baixa lisboeta, não......... desculpem! no Chiado, em frente ao governo civil e ao lado de outra potencial vítima deste blog, o Kaffehaus. Quem conhece o local sabe, à partida, que só há dois tipos de estacionamento: assalto à carteira (Parque de estacionamento do Largo do Camões) ou assalto à paciência (percorrer as ruas do Chiado à procura de um lugar vago). Apesar de não ser muito paciente, normalmente, utilizo o segundo tipo de estacionamento que, com alguma per…

Ó-Chá

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Desde já tenho uma crítica negativa a fazer: Ó Chá!!!!! que nome mais, como hei-de dizer........ brejeiro, para chamar a uma casa de chá :-) Já tou a imaginar uma ciganita na feira do Relógio a gritar em plenos pulmões: "Ó Chá anda cá!! Se não vens cá, levas uma tareia que não te sentas durante uma semana". Mas, apesar de ter embirrado ligeiramente com o nome da casa de chá, a própria revelou-se ser bem interessante e acolhedora.

A casa de chá fica numa perpendicular da Avenida de Roma (a última antes de chegar à Av. do Brasil), pouco depois da Escola Secundária. O espaço não é grande e está cheio de elementos decorativos de cariz asiático, dando um ar acolhedor e quentinho (especialmente quando chove lá fora). Como disse, o espaço não é muito por isso não é difícil ficar a ouvir as conversas dos outros, mas assim que começarem a falar, depressa se esquecem desse pormenor e são os outros que levam com as vossas conversas :-)


E os comes e bebes? A escolha do chá é extremamente …