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Casa dos Passarinhos, Campo de Ourique

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Nunca tinha dado uma oportunidade à Casa dos Passarinhos. Passo todos os dias à porta a caminho de casa. Não calhou. Mas fiz várias notas mentais para fazer uma visita. O número de gente à porta prometia boa comida e o aspeto de alguma forma garantia que não ia ser excessivamente caro.
Até ao dia. O dia em que um grupo de amigos se decidiu reunir no restaurante. Com este grupo a animação é garantida. Tão garantida que um turista americano nos veio dar os parabéns pela boa disposição e a garantir que a nossa mesa tinha bom karma.
Tive uma excelente surpresa.
O ambiente é simpático e dentro do género restaurante típico português. Repleto de garrafas, bibelôs e, como não poderia deixar de ser, gaiolas. O atendimento está de acordo com a casa, típicos portugueses, muito simpáticos e dados à conversa.



Mas o que me deixou realmente maravilhada foi a açorda de marisco. Como tinha arrancado um siso nessa manhã não conseguia comer comida muito sólida, por isso optei pela açorda. Primeiro …

Hot/Cold, Príncipe Real

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A convite do Hot/Cold o 12h30 foi visitar este novo espaço. Para ajudar a validar a experimentação do espaço, e à falta de disponibilidade dos restantes membros do 12h30, convidei dois amigos, dados à festa e à jantarada.
O novo espaço fica na Rua da Escola Politécnica perto do Príncipe Real, e combina, como o nome indica, o Hot das pizzas da Pizza Al Cuadrado com o Cold dos frozen yogurts da Yogen Fruz.



A Sala
O conceito já existe em Madrid e foi agora importado para Lisboa, mas pretende disseminar-se por outras partes de Lisboa, ou quem sabe do país. A sala claramente releva a aposta num ambiente facilmente reproduzível. O que marca a diferença deste espaço são as paredes em pedra. A restante decoração é simpática e o grande ecrã convida a disfrutar de uma pizza enquanto se assiste a um jogo de futebol, ou para pessoas como eu, a uma final de Grand Slam.
As Pizzas



A lista de pizzas do Pizza Al Cuadrado é enorme. Todos os dias são feitas algumas variedades, o que permite experimentar to…

Sacolinha

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Ia jurar que o Sebastião já tinha escrito sobre a Sacolinha. Mas não encontro, por isso Sebastião as minhas desculpas se já tinhas escrito.
A Sacolinha abriu em 1986 no Bairro do Rosário em Cascais espalhando-se qual polvo com os seus tentáculos por outras localizações em Cascais, mais tarde conquistaram Oeiras, Amadora e finalmente Lisboa.
Quando fui trabalhar para Oeiras, das primeiras coisas que me falaram foi da maravilha que era a Sacolinha. Ainda resisti durante algum tempo, mas era tanta a publicidade à Sacolinha que acabei por ceder.
Já fui várias vezes à Sacolinha, a comprar bolos “tipo aniversário” gigantes, a almoçar ou a lanchar. A minha impressão geral é que é demasiado caro para aquilo que comi. A Sacolinha é cara, para pastelaria normal é cara, e nenhum dos produtos que consumi me fez achar que ali existia algo que a diferenciasse de outras pastelarias.
Numa derradeira tentativa de descobrir as afamadas maravilhas da Sacolinha provei o bolo de bolacha. Como sou uma grande f…

Fábrica Coffee Roasters, Av. Liberdade

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E porque nos locais mais inusitados se fazem descobertas....

...quase no fim das Portas de Santo Antão, bem para lá do cruzamento com a rua do Condes, por entre prédios devolutos e passeios esburacadamente estreitos, fui acompanhando o construir de um apetecível novo espaço, a Fábrica Coffee Roasters.

Para chegar à Fábrica Coffee Roasters basta (a) continuarem a subir as Portas de Santo Antão, para lá da rua do Hard Rock Cafe; (b) descerem a rua a partir da calçada do Lavra; (c) por teletranporte, para isso basta dizerem as palavras Beam me up, Scotty! ao mesmo tempo batendo com os calcanhares um no outro (é a semana dos óscares, não resisti). É impossível não darem conta do espaço, nem que seja por contrastar com a desertificação à sua volta, com a esplanada e o interior do espaço, que a entrada deixa antever, a cativar sobremaneira o olhar e o interesse.

Da primeira vez que passei à porta da Fábrica, esta estava ainda na fase de acabamentos, tendo-me ficado na memória o cheiro in…

Queijadaria, Estefânia

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Desde que me mudei da zona da Estefânia, faz agora um ano, que muito mudou por aquelas bandas. A última novidade foi a abertura da Queijadaria, na qual a principal oferta são queijadas de variados sabores.
O ambiente
A sala é simpática e acolhedora, em tons de branco e com lâmpadas de filamentos amarelos e engraçados. No fundo da sala há uma pequena esplanada. Mas com o frio que está não era muito apetecível. 



As queijadas
A oferta em queijadas é muito variada, há as de nutella, oreo, abóbora e noz, manteiga de amendoim, côco, entre outras. Mas também existem outros doces, nomeadamente bolos à fatia, com muito bom aspeto.
A escolha foi difícil, todas tinham muito bom aspeto. Acabei por optar por uma queijada de manteiga de amendoim. A queijada estava saborosa, mas não fiquei maravilhada. Se ainda vivesse por ali era capaz de voltar para provar outras queijadas, como a de oreo, mas como não residente não fiquei com especial vontade de me fazer ao caminho.



O preço
As queijadas são 1,55 eu…

Melt, Avenidas Novas

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A internet é realmente uma coisa magnífica, especialmente a internet no smartphone, e digo isto porque meia hora antes de entrar pela porta do Melt não fazia a mínima ideia que este espaço existia.
Melt é, na falta de melhor termo, uma hamburgueria. E digo falta de melhor termo, porque hamburgueria é algo redutor no que toca ao Melt. Não é que não tenha uma oferta variada de hambúrgueres mas porque tem mais opções para além disso, como montaditos, saladas e bocatas, não esquecendo os brunch.
Melt tem residência fixa nas Avenidas Novas, mais concretamente na avenida Visconde Valmor. Portanto local de fácil acesso pedestre ou por transporte público, mas um desafio para quem precise ou queira ir de carro (especialmente em dias de semana). No meu caso, fui como o Armando, um bocadinho a pé, um bocadinho andando (eu sei mas não resisti).

Quando passamos o limiar da porta deparamo-nos com uma sala sobre o comprido, com o balcão a dividir a sala ao meio, e no fim da sala têm uma porta que dá…

Casa do Preto, Sintra

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Claramente, o espermatozóide que tinha os genes que codificavam o poder de síntese tirou férias no dia da sorte grande. Devia estar com gripe ou, melhor ainda, com Zika. Mas até eu tenho alguma dificuldade em desfiar um rol muito extenso sobre a Casa do Preto, por isso um short post, for a change.
É um café, ponto. Não tem nenhum preto vestido como se fosse um pupilo do exército, pelo menos que eu visse. Criou fama com as queijadas e travesseiros e consegue manter essa mesma fama, é um verdadeiro rodopio de gente a entrar para comprar e levar, pois de outra forma não haveria razão para pantilhões de gente parar no meio de lado nenhum.
O atendimento é funcional e o espaço tem ar de café/pastelaria tipicamente portuguesa, como se quer de uma casa que vende tradição. Tem duas mais valias: uma boa esplanada e um bom parque de estacionamento.

Mas, e vale a pena parar? Claro que sim, o que é doce nunca amargou. Vale a pena parar mais vezes? Hummmm... para mim não, não vejo a mais valia. T…