segunda-feira, 17 de março de 2014

Strudel, Av. Novas






E dando largas ao alcoviteiro que existe em mim (e em vocês também, não pensem...), vamos lá falar do vizinho. O tal que fica a dois passos da Fábrica dos Sabores ou, se quisermos ser mais preciosistas, ao virar da esquina.

 O Strudel tem um aspeto muito aprumadinho, com muito pinho e muito branco, sem, no entanto, nada que o faça sobressair por aí além (para o bem e para o mal). Se tivesse mesmo que apontar algo ligeiramente distintivo, seriam as cadeiras enormes (e pesadas) e os candeeiros/lâmpadas. Mas se as lâmpadas até são engraçadas e úteis, já as cadeiras ocupam muito espaço e, quando está muita gente, dificultam a movimentação (mas que são estáveis e dão bom apoio às costas, especialmente a quem é alto, sem sombra de dúvida que dão). Apesar de perceber que quanto mais lugares, mais clientes podem ter (e o mar não está para peixes), acho que exageraram ou no tamanho dos mobiliário ou no número de mesas, tornando o espaço entre mesas um pouco escasso (à hora de almoço não deve ser fácil a mobilidade entre mesas).

Outro aspeto do qual não sou fã é de mesas corridas, especialmente quando parcialmente ocupadas, pois dão direito a muita cotovelada, pisadela e pedidos de desculpa a torto e direito. Mas, felizmente, no Strudel para além de mesas corridas, temos a opção de mesas individuais e mesas com sofás, portanto dá para todos os gostos e feitios. Obviamente que na minha primeira ida ao Strudel tive que ficar numa mesa corrida (todas as outras versões de mesas estavam ocupadas) mas como era toda para nós correu pelo melhor (não lesionei ninguém). Mas, se tiverem opção, fiquem nos sofás (gostei mais).





Antes de se sentarem, passem pela montra (ou vitrine) para ver o que têm disponível para comer. Especialmente se, como eu, têm a tendência para lancharem depois das 17h.... é sempre um momento triste ver os espaços em branco...onde estiveram iguarias não mais ao nosso alcance... snif snif... Eu sei, fosse mais cedo. Mas pronto tal não é possível portanto há que seguir com a vida.

Entre strudel, croissant de amêndoas, croissant com chocolate, aquele cena dos ingleses e que agora não me ocorre o nome....sconnes!é isso!, outros bolos, torrada, já experimentei um pouco de tudo. O strudel, iguaria que dá o nome à casa, é realmente bom. Sendo acompanhado por um creme, o qual apelidei de arroz doce sem arroz, que para além de ir bem com o strudel, também vai bem com outras cenas (só é preciso é de gostar de fazer mixórdias.... com torrada soube-me muito bem). Para além do strudel, tudo o resto que comi estava relativamente bom (admito que detesto que me aqueçam as coisas no microondas e que eu dê conta disso, não no sentido de ver a colocarem no dito equipamento mas de sentir a consistência borrachosa de sconnes aquecidos em microondas).
 
Admito que não fiquei maravilhado com o Studel enquanto estabelecimento comercial (mas gostei muito do strudel versão bolo), apesar de já lá ter ido algumas vezes. Possivelmente irei lá mais vezes se estiver com vontade de comer um strudel, se quiser uma esplanada (pequena mas resguardada o suficiente para ser pertinente no verão) ou não houver mesas no Fábrica de sabores.




Strudel
Av. Miguel Bombarda, 5A
1000-207 Lisboa
2ª - 6ª | 7:30 - 19:30
Sáb - Dom | 8:00  - 19:00

  
  
  

1 comentário:

Maria disse...

Concordo.
Enquanto estabelecimento há coisas a melhorar. Mas o jarrinh ode baunilha e o dito strudel muito bom :)