sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Casa do Preto, Sintra




 

Claramente, o espermatozóide que tinha os genes que codificavam o poder de síntese tirou férias no dia da sorte grande. Devia estar com gripe ou, melhor ainda, com Zika. Mas até eu tenho alguma dificuldade em desfiar um rol muito extenso sobre a Casa do Preto, por isso um short post, for a change.

É um café, ponto. Não tem nenhum preto vestido como se fosse um pupilo do exército, pelo menos que eu visse. Criou fama com as queijadas e travesseiros e consegue manter essa mesma fama, é um verdadeiro rodopio de gente a entrar para comprar e levar, pois de outra forma não haveria razão para pantilhões de gente parar no meio de lado nenhum.

O atendimento é funcional e o espaço tem ar de café/pastelaria tipicamente portuguesa, como se quer de uma casa que vende tradição. Tem duas mais valias: uma boa esplanada e um bom parque de estacionamento.

Mas, e vale a pena parar? Claro que sim, o que é doce nunca amargou. Vale a pena parar mais vezes? Hummmm... para mim não, não vejo a mais valia. Talvez para quem seja da terra, aproveitar a esplanada poderá valer a pena.




As queijadas são boas? São, sim senhora. Quando as queijadas chegaram à mesa, fiquei então a perceber porque dizem que é impossível comer só uma. Pudera, são tão pequenas que é preciso ter cuidado para não trincar os dedos quando se lhes tenta dar uma dentada. Eu comeria um pacote de queijadas num piscar de olhos.

E os travesseiros? Também são bons. Melhores que os da Piriquita? Nem melhores nem piores, igualmente bons, igualmente doces, igualmente turisticalizados.


 
 
Gostei de fazer esta visita, para matar a curiosidade. Agora que a matei, posso fazer o enterro e seguir com a vida. Com isto não quer dizer que me faça rogado a uma queijadinha, simplesmente não fiquei assim tão deslumbrado.


Mas vão e experimentem, cada cabeça sua sentença.






Estrada Chão de Meninos 40, 2710-194 Sintra
2ª a 6ª - 7h às 20h |  Fds - 8h às 21h











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