quinta-feira, 29 de julho de 2010

Entra, Marvila



Para mitigar os maus fígados que instalaram em mim hoje (eu que acordei tão bem disposto), nada como ir almoçar fora, bem longe do local de trabalho. Inicialmente o objectivo era a eterna Gulbenkian mas, depois de alguma contemplação interior (por forma a aceder aos ficheiros mentais de restaurantes que gostaria de ir), veio-me à ideia um restaurante sobe o qual tinha lido à algum tempo na Time Out e tinha ficado com curiosidade em visitar - o Entra. Acelerando segunda circular a fora (abaixo dos 80km/h naturalmente :) lá chegámos a Marvila. Esta foi a parte fácil.

Se utilizarem o mapa que está no site do restaurante, este parece ficar duas ruas depois da Fábrica Braço de Prata..... alguns espelhos retrovisores têm escrito "objects in mirror are closer than they appear", se aplicarmos esta frase ao mapa que está no site do Entra fica algo como "restaurant in map is distant than appears" :-)

Como já estão a perceber, andámos por Marvila à torreira do sol, a gastar as capas (solas) dos sapatos, perfeitamente perdidos e famintos mas obstinados o suficiente para não nos darmos por vencidos! E como quem procura sempre encontra... nós encontrámos!

O Entra aproveitou o espaço de uma antiga taberna e transformou-o naquilo que está tão em voga nos dias que passam, uma taberna moderna. Com balcão e chão de mármore,  candeeiros feitos com garrafas de vinho ao qual foi cortado o fundo, e mesas e cadeiras de madeira num estilo moderno mas dentro do espírito taberna moderna. Outro conceito muito comum nestas novas "Tabernas" (e em alguns restaurantes "normais") é uma parede em ardósia (ou pintada para que faça as vezes de ardósia) onde estão  informações sobre os pratos disponíveis, bebidas ou sobremesas.

Como era hora de almoço, em vez de carta tinham pratos do dia do qual escolhemos a salada de Mozzarella e Bacalhau à Brás. E para beber.....bem com o calor e a necessidade de afogar as mágoas decidi-mo-nos por um jarro de sangria, melhor escolha não podíamos ter feito, estava no ponto....fresquinha e doce q.b.... e como começámos a beber com quase nada no estômago rapidamente estávamos a rir de tudo :-) 

A comida estava excelente em todos os aspectos que interessam - confecção, quantidade e aspecto (porque os olhos também comem). Ao contrário do prato, para sobremesa quisemos algo da carta. Como é que alguém iria trocar um bolo de chocolate com um nome tão orgásmico e futebolístico como "Ai Jesus" por um pudim de ovos? Don't think so. O bolo estava muito bom mas..... soube a pouco! Se tivesse o dobro do tamanho teria sido perfeito ;-)

O atendimento esteve à altura da comida que serve, rápido, simpático e atencioso q.b. Depois dos belos cafés Nespresso veio a dolorosa mas que tendo em vista o que comemos (e bebemos) não esteve muito mal: 15€ pp.

Fiquei com muita vontade de voltar para ver como funciona à noite, pelo menos a ementa parece-me aliciante e o espaço está muito bem conseguido.

A viagem de regresso foi feita com alguma dificuldade em parar de rir, o que tornou o resto do dia bem mais tolerável. Os Artures desta vida é que têm razão!


Onde fica...
Rua do Açucar 80, 1950-009 Lisboa
Reservas: 212417014
Encerramento: Domingos
Horário:
2ª, 3ª – aberto das 12h às 20h (só para almoços + petiscos e copos)
4ª, 5ª e 6ª – aberto das 12h às 24h (almoços + petiscos e copos + jantar)
Sábado – aberto das 19h30 às 24h (petiscos e copos + jantar)
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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Artisani, Estrela

 


Nunca foi tão fácil encontrar a Casa Fernando Pessoa como ontem.... a fila à porta era considerável (e bem visível à distância) e a dificuldade em estacionar em Campo de Ourique estava elevada ao expoente máximo. Estranhamente consegui um lugar excelente para estacionar (verifiquei todos os sinais de trânsito para confirmar que tinha mesmo arranjado um lugar quase à porta sem infringir nenhuma lei :-) e fui por-me na fila...

E para quê? Para conseguir ter a possibilidade de ouvir declamar, cantar, sussurrar ou simplesmente proferir as frases escritas por poetas incontornáveis da língua portuguesa, como Fernando Pessoa. E por quem? Bem... por alguém que nasceu para se exprimir através da palavra dita ou cantada - Maria Bethânia. Foram perto de duas horas de puro prazer.


Depois de ver consolado o meu espírito com a declamação de poemas como só Maria Bethânia consegue fazer, lembrei-me que estava perto de uma geladaria que já algum tempo me estava a escapar, a Artisani da Estrela/Campo de Ourique.

Já tinha experimentado a Artisani das Docas e tinha gostado muito, por isso coloquei os pés a caminho e depois de alguma desorientação inicial lá encontrei o antro do demo :-)

A Artisani fica mesmo ao lado da Escola Superior de Educação João de Deus e em frente à Escola Secundária Pedro Nunes (e depois ainda falam da obesidade infantil... põe a tentação mesmo debaixo do nariz e depois queixam-se :-)

O gelado de canela e mel estava espectacular!! Porções generosas associadas a qualidade tornam a altura de pagar menos dolorosa....Depois foi só andar dois passos e sentar num banco do Jardim da Estrela a contemplar o infinito.

Se não fosse a dificuldade em arranjar estacionamento legal e não rebocável nesta zona de Lisboa, julgo que me tornaria um cliente mais assíduo desta geladaria :-)
A geladaria da Artisani fica na Avenida Álvares Cabral nº 65 B  e está aberta todos os dias das 10h às 22h e na sexta e sábado até à meia noite




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Não conheço esta loja da Artisani, apesar de já ter comido um delicioso gelado de limão com hortela lá comprado. Por outro lado, conheço muito bem a Artisani da Doca de Santo, e que posso dizer sobre esse assunto, além dos gelados muito bons com sabores diferentes, tem o ambiente simpático e descontraído da Doca de Santo. Já fui muito feliz na Artisani da Doca de Santo :).

Existe ainda uma Artisani junto à Capricciosa na praia de Carcavelos, qua parece ter muito potencial devido à sua localização em cima da praia.


sininho


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Starbucks, Rossio





Um post sobre o Starbucks pode parecer um pouco redundante, mas chegou o momento. Quem consome filmes e séries americanas em doses massivas como eu, tem um lugarzinho guardado para o Starbucks no seu imaginário. Sempre que ia ao estrângeiro, tentava encontrar um para provar, ver e beber um pouco desta mística casa, e num feliz dia o Starbucks decidiu abrir em Portugal. Demorou a chegar, mas agora ameça disseminar-se por toda uma Lisboa.

É exactamente esta a razão do meu post. Todos nós, os que já lá foram, sabemos que os cafés e a comida têm boa qualidade e que os preços são no mínimo, como direi, extremamente exagerados, que somos roubados à força toda e pior voltamos lá (ou pelo menos eu volto). Mas, o principal problema que tenho com o Starbucks é a localização. Não percebo o porquê de abrirem tantos Starbucks em centros comerciais. Se calhar devia perceber, a verdade é que adoramos ir passear para centros comerciais. Mas mesmo assim, se vou para um sitio onde me vão chular 5 euros por um capuccino e um muffin e tenho uns sofás simpáticos onde alapar durante umas horas, gostava que fosse num sitio agradável, e não no meio de um centro comercial.

É verdade que o Starbucks de Belém fica num sitio mais agradável, e que com a abertura desta loja abriu-se a fantástica possibilidade de ter pastéis de Belém acompanhados com um capuccino do Starbucks. Mas, para mim a loja que personifica o verdadeiro espírito que o Starbucks deve ter é a loja da Estação do Rossio.

O Starbucks da Estação do Rossio tem aquele glamour decandente (no bom sentido) dos restaurantes franceses da Gare du Nord ou da Gare de l´Est. Temos a sensação que dali vamos apanhar o Expresso do Oriente para algum destino sensacional como Veneza, Budapeste ou Istambul. Óbvio, que dali vamos para Mem Matins ou para a Bobadela (nada contra estas localidades), mas permite-nos sonhar.


Starbucks
Encerramento: não encerra
Horário: 2ª a 6a das 07:00 às 22:00 | Sábado e domingo das 10:00 às 22:00

 

terça-feira, 20 de julho de 2010

O Alfaia, Bairro Alto


Utilizando como "desculpa" ver o coro do Teatro Nacional de São Carlos, no Festival ao Largo, consegui uma visita à Fragoleto, passeio pela Baixa, jantar no Bairro Alto e, last but not least, o concerto :-) Nada mau para um dia de domingo (assim que acabo de escrever esta frase liga-se o gira-discos mental e começa a tocar essa mítica canção da Joana ou Gal Costa, já não sei qual delas)


Como nada estava verdadeiramente combinado (apenas que iríamos ver o concerto) a escolha do local de jantar foi feita na hora e, segundo alguns, um bocadinho cansativa....isto porque envolveu umas quantas "voltinhas" pelas ruas do Bairro Alto :-) A indecisão imperava (quase entrámos no Louro&Sal) ma, após ter visto a minha integridade física por um fio, lá me decidi pelo restaurante que me tinha prendido a atenção logo no início da maratona (segundo dizem, não há amor como o primeiro...), O Alfaia.

O restaurante Alfaia fica na esquina da Travessa da Queimada e da Rua do Diário de Notícias,e tem um ar muito..... singelo acho que é a palavra que me ocorre à mente. Decorado em tons de pastel, dando-lhe um toque clássico e "sério", contrastando com o ambiente mais extrovertido associado com o Bairro Alto.

Mas não foi unicamente o ambiente do restaurante que chamou a atenção, a ementa (comida tipicamente portuguesa) e os preços associados aos diferentes pratos convidavam a entrar (as resmas de turistas que zumbiam por todo o restaurante também concordavam)


Tivemos que esperar um pouco por uma mesa (deu tempo para pôr conversa em dia e ver o esforço hercúleo de um jovem em angariar clientes para um restaurante que ficava longe das ruas principais, e tal era a lábia que ele lá ía passando por nós sempre com novos clientes)

Depois de nos sentar-mos começou a aventura do atendimento... não é que fossem antipáticos ou pouco prestáveis, demoravam é muito tempo para nos atenderem (julgo que este facto se tornou gritante porque tínhamos um espectáculo para atender, senão talvez não nos tivesse irritado tanto)


Escolhemos os pratos relativamente rápido, nada como termos um deadline para cumprir :-),e foram o filete de atum na brasa em azeite quente e batata a murro e o arroz de galo campestre de cabidela. Estavam os dois muito bons! Bem confeccionados e em quantidade mais que suficiente.

Entretanto, enquanto esperávamos que nos servissem os pratos principais, chegou mais uma conviva que só nos acompanhou na altura da sobremesa :-) à e tal já tinha jantado... mas a uma sobremesa nunca se nega :-) comemos tiramisu (mau!) e parfait de chocolate com gelado de baunilha (bom!)

Depois dos cafezinhos veio a conta.... 18€ pp com uma penetra. Tendo em vista o preço dos pratos acho que numa situação mais "normal" o preço pp é capaz de baixar :-)


No fim, depois de muitas demoras no serviço temíamos o pior.... já não vamos chegar a tempo..... snif snif.... mas no fim os atrasos até que correram bem pois chegámos na altura certa! quando chegámos o coro estava a começar a cantar o que realmente me tinha levado a querer vê-los - canções da Broadway :-)



Indicações
Travessa da Queimada 24,Lisboa
Tlf.213461232
Encerramento: Domingos (Almoços)
Horário: 12:00 às 02:00


Fotos do site d'O Alfaia e de mariannaF

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Taberna do Chiado, Lisboa


deixar passar muito tempo entre a ida ao restaurante e a escrita do post não é realmente uma boa prática... a memória começa a falhar, tornando mais complicado recordar facto relevantes (ou irrelevantes) da visita. mas a preguiça por vezes é mais forte...


a Taberna do Chiado já andava nos planos a algum tempo, tendo sido sucessivamente posta de lado sem nenhuma razão especial, simplesmente não calhava (a última vez que esteve nomeada, quem levou o Oscar foi a Brasserie :-) até que depois de um passeio pela Baixa e pelo Chiado se chegou à conversa do costume: "onde vamos jantar? hummmm e que tal finalmente experimentar a Taberna? Vamos a isso!" Obviamente que a conversa foi mais complexa e longa que isto mas é o resultado final que interessa :-)


a Taberna do Chiado fica situada no Pátio Siza Vieira, passível de ser acedido a partir de uma das artérias principais do Chiado (Rua Garrett), mas não é um acesso óbvio sendo necessário tomar atenção para não se passar ao lado da entrada (com frequência, no acesso ao pátio, existe um catrapázio com publicidade ao restaurante e a ementa e um empregado a indicar o restaurante)

o restaurante estava apinhado de gente (parecia estarem a decorrer pelo menos dois jantares de grupo), felizmente a noite estava a amena por isso prontamente aceitámos a oferta de ficar no pátio, onde o nível de ruído e confusão era bem mais simpático


o restaurante é grande, espaçoso e com uma decoração moderna que tenta (com sucesso) fundir o ambiente tradicional das antigas Tabernas portuguesas, através de apontamentos como barricas de carvalho ou mesas e bancos corridos, e elementos mais modernos como os candeeiros e as cadeiras. Tudo junto dá um ambiente moderno mas descontraído que apela à conversa e ao convívio


como o restaurante é grande, torna-se propenso para jantares de grupo, como pude constatar :-(. a reserva é sempre uma boa estratégia mas pareceu-me que não deve ser difícil arranjar mesa sem reserva para um número pequeno de pessoas

 o atendimento é rápido e eficiente (e neste dia, com sentido de humor :-), o que tornou a experiência mais agradável, pois com a confusão que existia na sala temia-se o pior...



Como não estávamos com um apetite voraz, decidimos investir em petiscos em vez de pratos principais.Depois de alguma indecisão, optámos por ovos mexidos com farinheira, selecção de três enchidos e tapa de bife com cebola crocante.Estavam todos muito bons (huummmm talvez a tapa estivesse menos boa, mas comeu-se) e com um copo de vinho na mão souberem que nem ginjas :-)


Depois de atacarmos os belos dos petiscos, chegou a hora de dar trabalho ao sweet tooth que existe dentro de nós :-) Optámos por bolo crocante de maçã com gelado de baunilha e não foi uma decepção....

A seguir aos cafezinhos da praxe, veio a dolorosa...16€ pp o que não me pareceu nada mau para o que se comeu e bebeu

A apreciação final é que a Taberna do Chiado é uma excelente opção para quando se quer um bom local para jantar na zona do Chiado

Moradas
Entrada 1: Calçada Nova de São Francisco, 2 A (Escadinhas de São Francisco), Chiado
, Lisboa
Entrada 2: Rua Garrett, 19 (Pátio Siza Vieira lj 6)
Tel: 213474289
Horário: das 12:00 às 24:00
Encerramento: não encerra

Fotos from guia da cidade

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dom Tacho




 A melhor francesinha de Lisboa!

Não tenho mais nada a acrescenta, está tudo dito. Fim de post.

Ok, eu elaboro mais um pouco.

Depois de ler no Roteiro das francesinhas sobre o Dom Tacho, achei que valia a pena experimentar. Um belo dia, decidimos ir comer uma francesinha, à hora do almoço, no Dom Tacho e foi uma experiência dolorosa. Passo a explicar, algum tempo depois de nos sentarmos chegou um grupo enorme que tinha reservado francesinhas e foram prontamente servidos. O problema é que como a cozinha estava a preparar as francesinhas deste grupo com cerca de 10 pessoas, as nossas ficaram substancialmente atrasadas. Imaginem-se cheios de fome, ficar perto de 1 hora à espera de comer e estar constantemente a ver passar francesinhas. Quando finalmente chegaram, estávamos com tanta fome (e alguma irritação) que ficámos na dúvida se gostámos por causa da fome ou se eram realmente boas.

Impunha-se uma segunda visita. Foi isso mesmo que fizemos à pouco tempo. Desta vez telefonámos a reservar e, quando chegámos, as francesinhas estavam mesmo a sair. Deliciosas! Tinham tudo o que é importante numa francesinha: queijo derretido a cobrir, pão de forma ligeiramente torrado de forma a não ficar empapado no molho, bife tenrinho, linguiça, salsicha fresca, fiambre, e la pièce de résistance, o molho servido generosamente e picante q.b. (ou seja tem picante suficiente para quem gosta de picante, e para quem não é grande fã não está demasiado picante). Simplesmente maravilhosa! Até agora, a melhor de Lisboa!

Dom Tacho
Rua David de Sousa nº 19 A (Campo Pequeno) - Lisboa
216 036 166
http://domtacho.blogspot.com/
Seg a Quin - 11h-23h
Sex e Sab - 11h-24h

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Brasserie de L'Entrecôte



Falar sobre a Brasserie é quase como chover no molhado, e com o tempo que tem feito até nem é difícil - quando é que temos Verão por mais de 3 dias seguidos?!? O restaurante é sobejamente conhecido e tem uma carta tão vasta, que basta lá ir uma vez para se ter provado todos os pratos.

De qualquer forma, quis trazer aqui este restaurante porque adoro o único prato e o ambiente, principalmente o da Rua do Alecrim. Se alguém ainda não foi lá, vão, que vale bem a pena a experiência.

As hostilidades abrem-se com pãozinho quente e manteiga, e uma salada de alface e rúcula (acho que foi lá que provei pela primeira vez rúcula, ainda a rúcula não estava na moda como hoje em dia) acompanhada de molho vinagrete e nozes. Há algum tempo foi introduzida a salada de salmão como alternativa à salada tradicional, mas nunca a provei. 

O prato é o principal trunfo do restaurante, entrecôte de vazia com molho "brasserie" e batata frita. Que posso dizer eu sobre isto: divinal, magnífico, excelente, e mais uns quantos superlativos. A carne pode vir preparada entre o mal passada e o muito bem passada, e a comida é mantida sempre quentinha.  Não sei o que é melhor, o molho, as batatas ou a carne, é tudo delicioso. Entretanto criaram um prato no qual substituíram a carne por seitan, sendo eu uma omnívora a dar para o carnívora nunca o experimentei, e nem conheço ninguém que o tenha feito.

Nunca experimentei as sobremesas, depois da salada e de uma quantidade respeitável de carne e batatas fritas devidamente ensopadas no molho nunca tive espaço para mais. Mas tenho a acrescentar que vi várias vezes passar o carrinho das sobremesas, e pareceram-me muito boas.

Em relação ao ambiente e localizações, já experimentei 3 dos 4 restaurantes existentes (Rua do Alecrim, Parque das Nações e Porto), e continuo a preferir o da Rua do Alecrim. Não é que os outros não tenham um bom ambiente e boa decoração, o do Porto tem uma óptima vista para o rio Douro, mas o da rua do Alecrim tem uma certa mística, um ar boémio que se adequa à localização na cidade e à comida que serve.

O preço do menú é 17.5€, e a este preço acrescenta-se as bebidas, sobremesas e café. Da última vez que fui ficou por 20€. Não é barato, mas vale a pena ir lá de vez em quando para matar saudades.






Brasserie de L´Entrecôte
Rua do Alecrim 117 (Chiado) - Lisboa
Tel: 213 473 616