terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Sushihana, Porto






Tenho a sorte de ter bons amigos, e estes são como família. Não falamos todos os dias, temos todos muitos afazeres no dia a dia. Mas, saber que estão à distância de um telefonema aquece-me o coração, deixa-me um pouco mais feliz, apenas por existirem, por serem pessoas magníficas, por serem amigos.

Foi com eles que fui, duas vezes no espaço de dois meses, ao sushihana.

A minha relação com sushi tem vindo a alterar-se com o tempo, inicialmente desconfiei, depois provei e não gostei. Então, disseram-me: tens de provar um bom sushi para realmente teres uma opinião. Assim o fiz, e não gostei. Algum tempo depois voltei a experimentar, e agora, adoro. Não sei se foi por insistência que passei a gostar (fake it, until you make it), a verdade é atualmente é o tipo de restaurante onde acho que vale a pena pagar o escândalo que normalmente nos cobram.







O sushihana é um dos spots do Porto, o pessoal que o frequenta é giro, bem vestido, com requinte, como só no Porto o pessoal sabe ser. Engraçado este fenómeno no Porto, enquanto que em Lisboa somos mais estereotipados, todos tentamos ter o mesmo tipo de comportamento, no Porto o pessoal ou é muito mais relaxado do que os lisboetas ou muito mais requintado. Não estou a referir-me a escalões sociais, é um fenómeno mais ou menos transversal. É preciso ver de perto!

O sushihana tem uma decoração minimalista (como qualquer bom restaurante japonês), muito bem conseguida, e uma equipa totalmente brasileira (formados na maior colónia japonesa do mundo - São Paulo) que prepara o sushi num balcão aberto para a sala.


O pedido é sempre o mesmo: Festival. Ou seja um crepe para iniciar as hostilidades, e depois uma variedade enorme de sushi, em modo: sempre a vir. Já temos um ritual, assim que o primeiro prato poisa na mesa, pedimos a preparação do próximo, e assim sucessivamente. Se não estou em erro, nunca passamos do quarto prato. 


Pela discrição anterior é expectável que não tenha opinião formada sobre as sobremesas. Existem, que já as vi passar. Mas, depois de tal repasto, não existe lugar para sobremesa. Se lugar houvesse era para mais um prato de sushi. 

Os preços estão adequados ao tipo de comida e de restaurante, um festival fica por 19 euros, e a isto soma-se as bebidas e cafés. Não há bela, sem senão. Mas, se é para investir numa boa refeição de sushi, este é o local. 



Sushihana
Rua Prof. Mota Pinto 138
4100 Porto
tel: 224 045 549/916 551 972
www.sushihana.pt



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mercado de Campo de Ourique, Lisboa






Estava num daqueles dias que queria ir, sair, fugir, ir para longe, voltar para Londres, para qualquer lugar onde ninguém me conhecesse e eu não conhecesse ninguém. Estava num desses dias, onde estar parada não era solução, apetecia-me estar em qualquer lugar, menos ali (o ali era qualquer lugar).

À falta de poder entrar no próximo avião que estivesse a partir da Portela (não me perguntem o que me impedia de o fazer, pois não sei responder), telefonei a um amigo e desafiei-o a qualquer coisa, qualquer coisa que não fosse ficar parada.

Fomos ao renovado Mercado de Campo de Ourique. 

Novo lugar da moda, frequentado por gente bonita, e completamente apinhado numa terça-feira à noite (voltei no dia seguinte e continuava apinhado). Apesar de parecer pela descrição que estou a falar de um local todo '"posh", nada disso, o ambiente é descontraído e propicio a estar calmamente a beber um copo, a comer uns petiscos, ou um prato principal. Óbvio que enquanto o espaço for novidade o conforto estará um pouco reduzido devido ao número de pessoas existente no espaço.

A variedade de comida é grande, há de tudo como na praça. A oferta esta dividida em bancas, dentro do espírito do mercado. Existem bancas de comida, outras de bebidas e uma de sobremesas. As bancas de comida dividem-se em carne, hambúrgueres, sushi, petiscos, marisco (têm ostras, ficou debaixo de olho) e tapas. Agora assim de repente não me lembro de mais nenhuma. As bancas de bebidas são duas, uma de vinhos, onde se pode pedir copo ou garrafa, e outra onde se pode encontrar cocktails e bebidas não alcoólicas. 




No primeiro dia optei pela banca da carne, e por uma picanha em pão acompanhado por uma dose de batatas fritas cortadas em gomos. Para beber fui fazer amizade com os senhores dos cocktails, que são do As de Copos, e fizeram-me uma bebida com morango, manjericão e rum. Ficou prometida para uma próxima visita uma bebida com coentros (há que manter a mente aberta). 



No dia seguinte, já com conhecimento de causa comprovei a minha percepção do espaço. Muito bom gosto na renovação, espaço simpático e muito bem frequentado (não chega ao nível da praça central de Milão - horas tão bem passadas - mas já não está nada mau). 

Desta vez optei pelos hambúrgueres com batata frita, e estreie-me nas sobremesas. O que eu gosto de sobremesas... Será que é possível viver apenas de sobremesas sem virar um alambique com pernas? Como não sou nada gulosa atirei-me a um gofre com uma bola de gelado, assim para o gigante, de straciatella com pedaços (não eram pepitas, eram pedaços consistentes) de chocolate preto e branco, e cobertura de chocolate quente. Isto porque já tinha acabado a nutella... porque se não tinha sido outra desgraça completamente diferente. 



Para comprovar que este é mesmo um espaço para ficar à conversa com os amigos, ficamos até um segurança com ar de poucas brincadeiras nos solicitar a saída. A conversa estava a fluir, depois de passada a hora de ponta, até ás 22h, o espaço fica mais vazio e com os níveis de glicémia repostos a conversa animou, falamos de tudo e rimos muito das palermices que nos fomos lembrando.

Quanto a preços, a refeição sem bebida fica por menos de 10 euros. O gelado ficou por 4 euros.  

Lugar a revisitar, revisitar e revisitar. Para quem não goste muito de confusão, será melhor deixar passar algum tempo, para conseguirem com mais facilidade um lugar sentado. Local fantástico para passar um grande momento.





Mercado de Campo de Ourique
Rua Coelho da Rocha
Campo de Ourique

Domingo a Quarta-feira - 10h - 23h 
Quinta-feira a sábado - 10h - 01h


Nota: foto do exterior retirada de http://www.cm-lisboa.pt. As fotos da comida foram tiradas com o iphone, cuja câmara não é grande coisa para fotos de interior. 




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Confeitaria LX, Avenida Roma










E assim de súbito, sem aviso prévio, sem um sinal de alarme ou o tocar de um carrilhão surge mais uma padaria. Chamem estas novas padarias de modernas, contemporâneas, avantgarde, grunge, punk-rock ou renascentistas, no fundo tanto faz, o engraçado é que são cada vez mais e isso é bom.

Não quero com isto dizer que os cafés deviam virar todos padarias, não senhor!, apenas é bom ter um local diferente onde ir uma vez ou outra para variar. Existirá sempre espaço (e clientes) para os cafés a que estamos habituados, com os seus balcões frigoríficos envidraçados, as lâmpadas fluorescentes intensas, as lâmpadas UV para matar as moscas e os empregados de camisa branca que vêm perguntar o que queremos comer, fazendo variar os seus modos entre o tom simpático e brincalhão (especialmente se já somos clientes habituais) e a cara fechada e tom seco de quem não tem tempo a perder (e ai de quem tenha dúvidas sobre o que pretende).
 
A ConfeitariaLx (ConLx) está dentro desta nova leva de cafés a que chamamos padarias, ficando localizada em plena Avenida de Roma no lugar anteriormente ocupado, se a memória não me atraiçoa, por uma dependência do Millennium BCP. Para quem conheça melhor a zona, a ConLx fica quase em frente a uma casa cujo nome não precisa de apresentações, o Frutalmeidas (concorrência!), e no seguimento do Centro Comercial Roma e Florista Roma.


O espaço está decorado de uma forma que convida a entrar e estar, comer e conversar, ficar e saborear, afastando o sentimento de que depois de se ter acabado de comer está na altura de ir embora (exceto na hora de almoço.... aí é comer e dar a lugar ao próximo, pois somos muitos a querer almoçar, por isso sejam simpáticos e não façam sala). A ConLx tem uma esplanada mesmo à frente da porta, em plena calçada da Avenida de Roma, e no interior tem duas salas separadas pelo balcão e uns quantos degraus.

O atendimento é rápido e expedito a responder a todas as questões que nos surgem..."O que é aquilo?" "Tem o quê lá dentro?" "Pode torrar ou prensar?" "Pode cortar o pão numa diagonal perfeita de 45º?"...que tendo em vista a oferta são muitas as perguntas. Já lanchei, almocei e levei para casa.... bem, o objectivo era levar para casa mas, pelo caminho, fui dando bicadas, bicadas, bicadas, bicadas que no fim fiquei sem nada (muito antes de chegar a casa).

Os croissants são excelentes, o pão é excelente, os sconnes são excelentes, a comida de prato foi excelente (comi hambúrguer com batatas fritas mas posso atestar que o outro prato do dia também tinha excelente aspeto...escalopes de perú com ameixa). Até os pastéis de nata são excelentes.... de comer e não dar a ninguém, nem uma dentadinha.

Eu sei que me hão-de desiludir em alguma coisa, para já ainda não tive razão de queixa. Mas ainda existe muito mundo para comer, portanto deixemos em aberto a possibilidade de desilusão...


Vou agora constatar o óbvio. A variedade da oferta é como uma ELISA competitiva... inversamente proporcional. Ou seja, quanto mais tarde forem menos variedade têm... e acreditem que a redução é drástica... as vezes que fui lá lanchar, sempre ao fim da tarde, tinha algumas coisas mas as opções eram limitadas ao stock existente... agora quando fui à hora de almoço...abriu-se um novo mundo... qual Cristóvão Colombo a descobrir novas terras!

Por último, mas importante também, a ConLx fica na Avenida de Roma por isso estacionar é algo que exige uma chávena de paciência, uma pitada de sorte e mexer rua acima, avenida abaixo. Não há bela sem senão.

Aconselho vivamente e bons lanches!


Confeitaria LX

Av. Roma nº 46 B
1700-348 Lisboa
21 840 06 60
Horário: 8h30 - 20h00
Encerrado ao Domingo



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lizarran, Telheiras







Num destes dias fui almoçar, ali perto do trabalho, ao Lizarran. Nunca tinha experimentado o restaurante, apesar de ser uma profunda conhecedora da oferta gastronómica de Telheiras. Ainda não tinha calhado, também porque o preço é um pouco acima das minhas escolhas mais habituais para almoço e para uma refeição diferente, Telheiras não é a minha primeira escolha. Nada contra, mas há locais mais bonitos na cidade de Lisboa.


O meu gosto por tapas é não é grande, não é que não goste, porque gosto, mas...não é propriamente o meu tipo de comida preferida. Já para a versão portuguesa de tapas, ou seja petiscos, estou sempre pronta. Mas como era convidada, e por alguém com quem não tinha muita confiança, lá fui. 

Para refeição pedimos uma tábua de queijos e enchidos, revueltos com farinheira, polvo e cogumelos estufados com presunto e alho. Tudo acompanhado por um vinho branco. Entretanto, já não me lembro qual foi o vinho selecionado, porque foi preciso mudar tantas vezes de vinho, ou porque não havia, ou porque não era bom, ou porque sei lá, que entretanto perdi-me. Estava tudo bom, mas, não é que não tenha ficado bem, no entanto as tapas é que me deixam sempre com a sensação: então quando é que vem a comida? As sobremesas eram banais, e sem nenhuma marca diferenciadora. 

O melhor, ou pelo menos mais memorável (bem, o mais memorável foi mesmo a conversa, mas isso é assunto para outros blogs) foi o atendimento. Este foi, como direi, irónico, ou seja a senhora que nos atendeu passou a refeição a fazer piadas sarcásticas e com um ar trocista. Este tipo de atitude até tem alguma piada no Sebastião (grande colaborador deste blog), mas na senhora que nos atende num restaurante, não!

Há que fazer ainda uma ressalva para o ambiente e decoração da casa, que estão muito bem conseguidos. O restaurante parece mesmo uma tasca espanhola, no melhor sentido da expressão. 

Quanto à dolorosa, não sei. Percebi que existem menus de almoço, o que deve aliviar um pouco a conta, mas mesmo assim duvido que um almoço fique por menos de 10 euros por pessoa. Já ao jantar, boa sorte!


Lizarran

Rua Poeta Bocage 15B - Lisboa
217 153 696
Seg a Qui - 12h à 01h
Sex e Sab - 12h às 02h
Dom - 12h às 18h


nota: fotos retiradas do site do Lizarran.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mercantina, Alvalade









Na sexta-feira passada o grupo de sempre dos jantares à sexta reuniu-se desta vez num restaurante mais pintarolas do que o nosso habitual, o Mercantina.

O Mercantina nasceu já este mês de novembro na Praça de Alvalade, no renovado Centro Comercial de Alvalade. A entrada para o restaurante faz-se pela rua, mas a casa de banho fica dentro do Centro, que encerra ás 22h. Foi ver o pessoal quase em fila indiana para ir à casinha antes de ela fechar. 

O ambiente é simples mas com estilo, com cozinha aberta para o restaurante e bastante luminoso. O que não é comum em restaurantes italianos.



Para entrada pedimos bruschetta com tomate cherry, e por prato (tábua de madeira) são servidas duas bruschetta. 

Para prato principal, como o grupo era grande, houve de tudo um pouco. Para a mesa veio uma grande variedade de pizzas e uma massa. Um ponto muito positivo, apesar do elevado número de comensais, mais de 10, os pratos foram todos servidos ao mesmo tempo. Pedi uma pizza calzone (óbvio), que estava boa. Confesso que não fiquei maravilhada, mas também não tenho nada a apontar. Já comi melhor, mas já comi bem pior. 




As sobremesas, bem essas provei de tudo o que veio de diferente para a mesa. Estavam muito boas. A verdade é que sou muito mais fácil de contentar no departamento de doces, do que no de salgados. O brownie estava macio e mal cozido, como se querem os brownies. Já o chessecake (foto abaixo) parece panna cotta, sabe a panna cotta, mas é vendida como chessecake, mistérios da vida...




Como qualquer restaurante aberto recentemente o serviço é desorganizado. Um à parte, este é o terceiro espaço seguido do qual me queixo do serviço, começo a pensar que o problema é meu, e ainda falta publicar um post, onde imagine-se, me queixo do serviço. 

Voltando ao Mercantina, à segunda ou terceira tentativa de nos tirarem os copos da frente, alguém da mesa insurgiu-se e quase houve porrada. Não foi bem assim, mas contado desta forma é um pouco mais colorido. A verdade é que ainda havia garrafas de água na mesa, e nós até gostaríamos de conseguir colocar a dita dentro de um recipiente para a consumirmos. Estávamos a ser um burgueses, bem que podíamos beber da garrafa. 

No final, ficou por 17 euros por pessoa. 

Em resumo, não fiquei maravilhada mas também se alguém sugerir ir ao Mercantina não vou colocar de parte. No entanto, parece que está a espalhar-se a nova moda de restaurantes de aspeto apelativo com um excelente branding, mas depois, a comidinha que é o que interessa não surpreende. É mais do mesmo.  





Nota: creio que nenhuma das fotos foi tirada por mim, mas como foi com a minha máquina, vou apropriar-me delas.


Mercantina
Centro Comercial de Alvalade
Praça de Alvalade
21 796 03 13
91 071 36 07
http://mercantina.pt/
Seg a Qui 10h-24h 
Sex e Sab 12h-02h

domingo, 10 de novembro de 2013

Quinta das Conchas, Lumiar







Aproveito o mesmo post e trago aqui dois restaurantes que partilham localização, o Jardim da Quinta das Conchas e do Lilases (vulgo, Quinta das Conchas), e a empresa que os explora, o grupo Alfredo de Jesus.

O Jardim da Quinta das Conchas e dos Lilases foi construído no espaço das duas quintas, e tem uma superfície de 26 hectares. A Quinta das Conchas remonta ao século XVI, tendo sido instalada por Afonso Torres. Após ter passado por várias famílias de proprietários é adquirida, em 1899, por Francisco Mantero, que adquire também a Quinta dos Lilases. Tendo feito fortuna enquanto proprietário de várias roças de café em São Tomé e Príncipe, Mantero converteu o edifico existente na Quinta dos Lilases numa mansão de estilo colonial, enquanto o lago foi guarnecido com duas ilhas arborizadas, que simbolizam as ilhas de São Tomé e Príncipe (adaptado do wikipédia).

À parte da introdução história, a Quinta das Conchas é um jardim muito simpático, ótimo para umas corridas de fim de tarde (a volta mais longa ao recinto são 2 km, que eu já experimentei), para as famílias com miúdos, ler um livro, conversar com amigos, ou mesmo para ficar esparramado na relva a ver o tempo passar. Há ainda durante o verão o cineconchas e concertos variados, é uma das localizações por excelência das atividades de verão da CML.

O restaurante Conchas fica junto à entrada norte do jardim e na fronteira entre a Quinta das Conchas e a dos Lilases. Ao almoço o restaurante Conchas disponibiliza um buffet com preço fixo (5.90 euros). O buffet é composto por entradas variadas, que inclui saladas e salgados, prato de carne, e de peixe.

No dia que visitei “O Conchas”, como me estiquei nas entradas, só experimentei o bacalhau com natas, que estava delicioso. No final, ainda pedimos uma sobremesa. Não foi particularmente fácil de escolher entre o bolo de bolacha e o leite-creme, ambos com excelente aspeto. Mas ganhou a o leite-creme com açúcar queimado (como se existisse outro).

No departamento da dolorosa, como o buffet tem um preço tão simpático, óbvio que carregam no resto, mas nada de escandaloso. No final ficou por pouco mais de 10 euros por pessoa.


Mais a sul, e junto à entrada do Lumiar fica o café/restaurante/quiosque de revistas. Não sei como se chama, e se quiserem encontrar as revistas vão ter de se esforçar, só as encontrei porque decidi ir à casa de banho.

Este espaço está mais vocacionado para café e refeições rápidas. Tem uma esplanada muito simpática com vista privilegiada para o jardim (o restaurante também tem esplanada, mas como fui lá num dia de chuva passou mais despercebida), e onde se pode passar uma tarde ou um almoço de forma descontraída.

As refeições rápidas consistem em hambúrguer e outro tipo de sandes, como bifana ou prego, acompanhados de batata frita ou sopa. Já experimentei os hambúrgueres com batata frita, por diversas vezes, e estavam sempre muito bons. Apenas um senão o serviço é lento, ou seja, a comida demora muito a aparecer, principalmente quando estamos a falar de refeições “rápidas”. Dá a sensação que não estão preparados para servir almoços e quando existem vários pedidos, chegam rapidamente ao limite da capacidade.




O Conchas
Parque das Conchas
217 594 552
Encerra à Segunda-Feira


  

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Angèle, Avenida da Igreja






Definitivamente sou difícil de contentar!!! Este é um daqueles casos que me apetece dizer: much ado about nothing, ou em bom português, nem tudo o que reluz é ouro. 

Na minha vidinha normal faço, pelo menos duas vezes por semana a Avenida da Igreja, e numa destas passagens vi uma nova pastelaria. Os meus olhinhos brilharam, primeiro mais uma oportunidade de post, e depois a decoração exterior e interior da casa convidam a entrar. Ainda passei por lá algumas vezes até ter oportunidade de entrar e experimentar.

No último sábado a oportunidade surgiu, e numa de pequeno almoço tardio decidi entrar. A experiência foi desapontante.  Não sei se foi do avançado da hora, eram 11h, mas a oferta eram croissants franceses e pain au chocolat. Só!!! Mais nada! Havia  ainda alguma pastelaria francesa, mas com ar plástico e pouco convidativo, e duas variedades de pão. Bem, mas lá me sentei, e esperei que me servissem.


O serviço é esforçado, é certo, mas muito desorganizado, o que implicou uma espera bastante penosa para que me servissem um pain au chocolat e um café. Aqui encontra-se, para mim, o segundo grande desapontamento,  depois de não haver pastelaria fina tipicamente francesa, pensei, na minha ingenuidade, que o pain au chocolat vinha quentinho. Mas não foi nada disso, estava à temperatura ambiente!! 

Resumindo, a decoração está fantástica e com muito bom gosto. O serviço quando conseguir encontra-se poderá ser bom. Mas se a oferta não melhorar, o ambiente e serviço não serão suficientes para me fazerem entrar de novo na casa. Principalmente, numa rua com tantas possibilidades. 


ANGÈLE
Avenida da Igreja, n.º 2B
Lisboa


sábado, 12 de outubro de 2013

Pizzaria do Bairro, Cais do Sodré







Os vossos amigos do 12H30 foram simpaticamente convidados para a preview da Pizzaria do Bairro. Infelizmente os outros dois contribuintes tiveram afazeres de ultima hora, e lá fui eu sozinha. Não vos vou falar muito sobre a preview, pois o ambiente foi um pouco diferente do normal da Pizzaria do Bairro, mas fui muito bem recebida, e foi uma refeição muito divertida e animada.

Entretanto o restaurante já abriu e está a funcionar a todo o vapor (abriu em setembro). Passei por lá e estavam todos muito atarefados. 


A Pizzaria do Bairro nasceu da  renovação de um dos antigos armazéns do Cais do Sodré (mesmo ao lado da estação dos comboios), e tem o conceito, mais ou menos original, de pizzaria sem lugares sentados, onde as pizzas são vendidas à fatia e confecionadas com produtos de origem portuguesa.

E falando sobre as pizzas, aqui esta o ponto onde a Pizzaria do Bairro se destaca. São fantásticas! A ideia de utilizar ingredientes portugueses, apesar de não ser original, aqui está muito bem conseguida. Como estive na preview tive oportunidade de provar quase todas as pizzas que eles têm no menu, e posso dizer que gostei muito da pizza de espinafres com bacalhau estaladiço, a de presunto de vaca, a de salsicha fresca, a de chouriço com pimento, e no topo, a pizza de camarão com rúcula.

O queijo das pizzas é uma combinação entre o típico queijo mozarela italiano e o queijo flamengo na base, e no topo é utilizado requeijão.

Aconselho uma visita a este espaço para uma (ou mais) fatia de pizza. Esperemos que venham a ter lugares sentados para podermos apreciar uma refeição com mais calma. E posso dizer, não sei se eles vendem, mas a panna cotta é fantástica, então a de caramelo, divinal!!! Se não a comercializam, deveriam. 

Os preços variam entre os 2€ e os 3€ por fatia, e os 8€ e os 12€ por pizza inteira.


Pizzaria do Bairro
  • Rua da Cintura do Porto de Lisboa, Armazém A, n.º 18
https://www.facebook.com/pizzariabairro
Dom-Quar - 11h00-0h00
Qui-Sab - 11h00-2h00


Nota: fotos retiradas do facebook da Pizzaria do Bairro

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Padaria do Bairro, Avenidas Novas





Eu, Sebastião da Silva, perder-me é algo "tão natural como a sua sede" ou, para ser ainda mais rebuscado, uma verdade de La Palice. É um "dom" que me assola desde tenra idade (mas, ainda assim, melhor que ver "dead people".... acordar e ver o Bruce Willis a olhar para mim era capaz de me dar insónias) e não se tem atenuado com a idade, muito pelo contrário.

Isto tudo porque andava eu nas Avenidas Novas (mais concretamente na Elias Garcia), fisgado em ir ao supermercado Pouco Doce da 5 de Outubro, como tantas vezes já o fiz, eis que me distraio e pronto lá perdi o norte! Primeiro praguejo e digo vitupérios em relação à minha desatenção, depois reparo num Smallpreço e penso "Serve!". Quando saio do carro, vejo que estacionei em frente a uma padaria com um aspecto todo pintas.




Compras de supermercado....padaria com bom aspecto......cinco segundos depois desta profunda e intensa discussão interior, entrava pela padaria a dentro. A padaria, chamada Padaria do Bairro, deixa-se contagiar pelo ambiente das novas padarias (Padaria 2.0), pondo de lado as balanças de dois pratos, os azulejos brancos e a pedra mármore, e a ideia que padarias são para comprar e ir embora (ou para ficar o tempo suficiente para pôr a cusquice em dia). A Padaria do Bairro tem uma decoração simpática, com alusões ao produto que vendem (neste caso, uma fotografia em tamanho XXXL de um pão), que convida a fazer uma pausa para comer. A Padaria é espaçosa, com várias mesas e sofás, e oferece um pouco de tudo (tostas, saladas, sandes, sopas....), em que este tudo inclui salgados e doces :-)



A hora (e dia da semana... Domingo) a que fui não ajudou em termos de variedade de oferta mas o meu olhar logo se prendeu nos croissants e nas mini-bolas de berlim. Ataquei uma bola, logo ali, à frente de toda a gente, sem medo do que pudessem pensar. E foi bom, muito bom (não acendi cigarro porque não fumo :-). Ganhei logo outro ânimo para as compras de supermercado que se seguiam e perdoei-me pela desatenção.... de outra forma não teria descoberto as mini-bolas (e a Padaria do Bairro).







Vou com regularidade à Elias Garcia, visitar a minha Padaria Portuguesa de eleição (não sei explicar, pois vou a outras e gosto, mas esta é aquele que associo quando alguém diz Padaria Portuguesa) mas suspeito que na próxima visita vou andar mais um bocadinho e voltar a visitar a Padaria de Bairro... existem mini-bolas com recheios que ainda não provei.










Padaria do Bairro

Av. Elias Garcia, 80-A, Lisboa
Segunda a sexta | 07:30 às 20:00
Sábado e domingo | 08:30 às 20:00
http://www.padariadobairro.pt/menu.html (de onde retirei as fotos)
Facebook




quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Matateu, Estádio do Belenenses, Lisboa









Sebastião Lucas da Fonseca, conhecido como Matateu, nasceu a 26 de Julho de 1927 em Moçambique e morreu no dia 27 de Janeiro de 2000 no Canadá. Foi o primeiro grande jogador português nascido em África, antes da chegada de Eusébio. Matateu foi um jogador de topo no Belenenses e na Selecção Portuguesa de Futebol. (Fonte: Wikipédia)

Como a pequena biografia descreve, Matateu foi um importante jogador do Belenenses e, por isso, nada melhor como nome para um restaurante dentro do estádio do Belenenses.

Para mim chegar ao restaurante foi logo um desafio, por isso, se quiserem lá ir, aqui fica uma dica. Na Avenida do Restelo, virem na cortada que diz Capela, que fica logo a seguir ao estádio, sobem um pouco passam, imagine-se, por uma capela e entram nos portões do estádio (é possível estacionar dentro do estádio). 

O Matateu é explorado pelo apresentador João Manzarra, esta pequena nota é apenas para vos livrar da figura que eu fiz quando vi o Manzarra, pois disse: Olha, está ali o Manzarra! Ao que alguém respondeu: Óbvio, ele é o dono. Por isso, vão lá já com esta informação. Um à parte, o João Manzarra é muito simpático e sempre preocupado se está tudo bem, se estamos a ser bem servidos, e tudo, e tudo. 

Relativamente à comida, o nome não engana e a moda atual dos petiscos também não, é um restaurante de petiscos, com a ementa normal (mas deliciosa) que estes restaurantes já nos habituaram: ovos mexidos com farinheira, chouriço, pica-pau, etc.

A decoração é do tipo industrial mas confortável, e existe ainda uma esplanada, para os dias de bom tempo que irão regressar. O atendimento é muito simpático e atencioso, não só do dono, mas também dos empregados. 

Quanto ao preço, fantástico, menos de 8 euros por pessoa, o que é muito, muito bom.


Matateu
Estádio do Restelo - Lisboa
Tel: 21 301 1188
Ter - Qui: 12:00 - 0:00
Sex - Sáb: 12:00 - 2:00
Dom: 18:00 - 23:00 ou 14:00 - 21:00 (dependendo se virem no facebook ou no site)
http://www.petisqueiramatateu.pt/







Nota: foto retirada do facebook do Matateu.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sabores da Madeira, Baixa





Longe estava eu de pensar que acabaria o meu dia a jantar no Sabores da Madeira e, ainda mais surpreendente, que me encontraria no meio de uma turbe de gente a tentar lutar pela vida. As sexta-feiras 13 são tramadas...




Não sei como nem porquê, quando me perguntaram se queria ir ter à Baixa e dar um giro pela Vogue Fashion Night Out, eu disse ok. Em abono da verdade até correu relativamente bem (e até foi engraçado ver os bandos de pássaros e aves raras que migravam de um lado para o outro pelo eixo Chiado/Avenida da Liberdade), até termos virado para a Rua Garrett... fez-me lembrar o Optimus Alive.... não se via o que se pisava (ou quem)... e para mexer era preciso alguma persitência e insistência. Nada que um encontrão aqui, uma pisadela acolá e uma cara de quem morde se não me deixam passar não resolvesse.
 
O Sabores da Madeira, surgiu no início da noite, quando estávamos a pensar onde íamos jantar mas não nos queríamos meter na entupida Rua do Carmo. Atalhámos caminho pela rua do Ouro e, poucos passos tínhamos dado, quando parámos ao ver uma publicidade a falar em Madeira e bolo do Caco. Olhámos para o interior e pareceu-nos engraçado (com aspecto de novo). Após alguma conversa, entramos... queremos....outras opções.... e o bolo do caco na Madeira é sempre melhor.... decidimos entrar. E ainda bem.


 
 
A decoração é simples mas bem conseguida, fazendo alusões à região onde foram buscar o nome do restaurante e, mais importante, o que oferecem a quem os visita: comida e bebidas tradicionais da Madeira.
  


Depois de alguma divagação na escolha do que iríamos comer e beber, ficámo-nos por bolo do caco com manteiga de alho, prego no bolo do caco, poncha de limão e poncha de maracujá. As ponchas estavam óptimas e o prego no bolo do caco excelente. Devo já avisar que nunca estive no arquipélago da Madeira por isso não sofro de problemas de comparação... gostei e pronto... quem já foi à Madeira, e foi a Valhalla e voltou quando lá comeu o bolo do caco, baixem as vossas expectativas para não sofrerem desilusões. Volto a referir, não que o bolo do caco aqui servido não seja bom, mas competir com recordações boas é sempre lixado.

Como fã do bolo de mel da Madeira, não resisti a pedir uma fatia. Humm.... já comi melhor... desconfio que este exemplar já estava ao ar a algum tempo, tendo ficado assim para o seco... espero que para a próxima corra melhor.

O atendimento.... todos muito simpáticos mas notava-se que tinham aberto à pouco tempo. A espera para ser atendido e a confusão dos pedidos foi o que mais saltou à vista (e foi sentido na pele), mas espero, muito sinceramente, que a dinâmica do atendimento venha a melhorar.

Gostámos do local, do que comemos, do que bebemos por isso voltar é uma forte possibilidade (para além de que ainda existem outras iguarias para experimentar). A conta rondou os 5€ pp.




Sabores da Madeira

Rua do Ouro 279, 1200 Lisbon, Portugal

Domingo a 5ª: 8:30 | 21:00
6ª e Sábado: 8:30 | 23:00
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domingo, 22 de setembro de 2013

A casa do gelado, Av. Roma






Como é possível minha gente! As vezes que já trotei pela Avenida de Roma e nunca me tinha dado conta da existência de uma gelataria ali, ali mesmo no meu caminho! Pior, ter amigos de longa data a morar nas traseiras da dita Avenida e só agora me fazem constar a sua existência.... não há justiça neste mundo. Joana, foi preciso teres nascido ;-)

A Casa do Gelado já existe desde 1981 (pelo menos é o que diz o logotipo :-) mas tem ar de ter aberto à meia dúzia de meses. Isto porque, segundo me disseram as minhas fontes pouco fidedignas, a gelataria sofreu grandes obras de remodelação. Do meu ponto de vista, não conhecendo o aspecto anterior, a remodelação correu muito bem. 

A decoração é descontraída mas classy, como a zona assim o exige, mas (e digo com todo o amor e carinho) talvez um pouco anónima... mas vou olhar com redobrada atenção quando lá voltar.
Apesar da Casa não ter muitos metros quadrados, conseguiram arranjar espaço para algumas mesas no interior e, quando o tempo o permitir, existe sempre a esplanada, para poder comer umas das taças ou crepes que vi passar e me pareceram deliciosos. As minhas bolas (pun intended) foram de chocolate (daquele mesmo à séria... parecia que estava a comer cacau em pasta) e gianduja, e estavam excelentes!


Aspecto antigo....

Como podem ver pela imagem (obrigado Google Maps por não seres actualizado com muita frequência...) era muito difícil perceber que se estava a passar por uma óptima gelataria e não mais um (também fantástico certamente) café da Avenida de Roma. Suspeito que os habitantes desta zona queriam manter secreta esta gelataria... egoístas é o que são :-) A geladaria tem agora um aspecto que sobressai mais facilmente mas continuando emparedada pelos mesmos cafés... mas não há nada que enganar, fica antes de se chegar à rua que dá acesso às piscinas do Areeiro (de quem vem do cruzamentos da avenida dos EUA).




Sim, foi mesmo uma tarde de descobertas.... daquelas de rabo de fora ou que não mordiam.... eu a passar ao lado delas e elas não miavam ou mordiam. Quem diria que existia um parque gigantesco nas traseiras da avenida de Roma? Eu não. Mas ao lado do Fórum Lisboa, Antigo cinema Roma,

Garanto que é óptimo para crianças, tal era a multidão deles que pulavam por tudo quanto era sítio e admito que também se consegue dormir uma bela soneca à sombra das árvores (apenas possível a quem se conseguir abstrair ao ruído de fundo).
Portanto já sabem, gelado, parque, soneca :-)



Casa do Gelado

Avenida de Roma, 28 H
1000 Lisboa

Horário | 2ª feira a Domingo das 13h às 23h
Esplanada




terça-feira, 17 de setembro de 2013

Júlio dos Caracóis, Lisboa







Ainda no espírito de comemoração do término das férias de verão, sim porque depois vêm as férias de outono e as férias de inverno (oh meu Deus!, lá vou ter de ir à neve outra vez...), e assim sucessivamente. 

Fui pela primeira vez (falha muito grave!) ao Júlio dos Caracóis.

Pois, eu esperava uma tasca. Se calhar o Júlio dos Caracóis já foi uma tasca mas agora não o é. Actualmente é um restaurante enorme com decoração moderna e grandes ecrãs para se poder acompanhar, a avaliar pela decoração, os jogos do Sporting. 

No Júlio dos Caracóis come-se, pasmem-se, caracóis. Come-se outras coisas é verdade, até é possível pedir uma refeição, mas para quê?!?

No entanto, como no grupo havia uma pessoa que não comia caracóis, pedimos um prato de caracóis e um de rodízio de enchidos, o que foi demais para 3 pessoas.

Um ponto positivo é o atendimento, muito simpático e atencioso. O ponto negativo, e estranho nos dias de hoje, tem a ver com o facto de a zona de fumadores e a de não fumadores estarem juntas, o que num restaurante tão grande era desnecessário, e como ficámos na zona de fronteira era como se tivéssemos na zona de fumadores.

No final a conta ficou 13 euros por pessoa, o que me pareceu um pouco demais visto que não houve vinho.

Resumindo, é um bom local para ir com um grupo grande de amigos, sim porque o barulho na sala é enorme por isso o grupo pode contribuir com todo o entusiasmo para a causa. Os caracóis, ex-libris da casa, são efectivamente bons assim como o resto da comida.







Júlio dos Caracóis

Rua Vale Formoso de Cima 140 - B Lisboa
218 596 160
http://juliodoscaracois.com/

Horário:
Verão: Abril até à 1ª semana de Setembro
Terça a Sexta-Feira das 12:00 até às 15:00 e das 16:45 às 22:30 Horas
Sábados, Domingos e Feriados das 16:45 até às 22:30 Horas

Inverno: Outubro a Março
Segunda a Sábado das 10 às 23 Horas





quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Restaurante Al-Mandan, Hotel Melia Aldeia dos Capuchos, Caparica







A desculpa foi comemorar o último dia de férias (como é possível alguém comemorar tal coisa)!!! Assim, para comemorar este dia tão triste, fomos almoçar ao Meliá dos Capuchos. Já há muito que queria entrar no Meliá, só para espreitar e ver as vistas e o interior, e tal, e tal. O almoço foi a desculpa perfeita.

O interior do hotel cumpre tudo o que o exterior promete, um hotel de linhas simples e minimalista, mas com muito bom gosto, e uma vista fantástica. 

No piso entre a recepção e a piscina encontra-se o restaurante Al-Mandan. O restaurante funciona apenas com serviço de buffet no qual se encontra incluído a bebida e o acesso ao buffet. 


O buffet é constituído por variadas entradas e saladas, dois pratos principais, duas sobremesas e fruta. Os pratos eram bifinhos com natas e cogumelos, que não experimentei, e pescada em cama de cebolada e coberto com broa, que estava muito bom.  As sobremesas eram mousse de chocolate e leite creme (coberto com caramelo e não açúcar queimado, ponto negativo).


As bebidas à escolha são vinho tinto ou branco, refrigerantes e água. Vários pontos a favor, mesmo que não se escolha água, é nos servido um copo de água e as bebidas são repostas sempre que o copo se esvazia. O que nos leva a um ponto muito positivo do restaurante, o serviço.

O serviço é muito simpático e atencioso, mesmo! Só para verem o requinte da coisa, os empregados trocaram de turno durante o almoço, e o empregado que entrou ao serviço veio apresentar-se e perguntar se precisávamos de algo.

O buffet fica por 20 euros por pessoa. Não é especialmente barato mas tendo em conta o local, a quantidade, e vá, qualidade da comida, e o atendimento merece o investimento.




Restaurante Al-Madan

Largo da Aldeia dos Capuchos
Caparica
Tel: 212 909 000




quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Gula do Meko, Meco




A Gula do Meko veio ocupar o espaço do antigo Amo-te Meco que entretanto tinha fechado portas e que deu origem ao post mais comentado deste blog (22 comentários!). Uma loucura aqui por estes lados, que até teve direito a comentários apagados por nós! Quase, quase ao nível da Pipoca mais doce... Vamos lá ver como corre agora com a Gula do Meko!






A Gula do Meko já tinha sido visitada pela C. e pelo R. (que vêm tirar ideias ao blog mas também contribuem com sugestões!) e que tinham gostado muito (comida boa, preços simpáticos, bom ambiente, espaço óptimo, etc). No final das minhas férias, fechei a cozinha e aí fomos nós em direcção ao Meco para apanhar um pouco de ar fresco! 

Numa excelente noite de final de Julho, tivémos a oportunidade de desfrutar deste pôr-do-sol magnífico:






Há lá melhor coisa na vida do que o pôr-do-sol na praia do Meco?! :)

O couvert é assim:



 
Pão, azeitonas, salada de camarão, patê de marisco, manteigas, tudo muito bom! :)

A ementa da Gula do Meko tem uma vantagem enorme para famílias: pratos dedicados aos mais pequenos, não só no aspecto e na composição mas também no preço (não interessa a ninguém pedir um prato xpto para uma criança e pagar 13 ou 14 euros)!

O P. entusiasmou-se imenso com a Sopa Bué Fixe (sopa de legumes passada mas que tem algumas rodelas de salsicha... uma animação!) e, a seguir, com a chegada dos dois Caras de Salsicha nem vos conto! :)





Para nós escolhemos uma Fantasia de Marisco, que estava fantástica!





Para completar o jantar escolhemos duas sobremesas, que as crianças (mas só elas!) precisam sempre de adoçar a boca: crumble de maçã e trilogia de pecados.




O crumble de maçã estava bom, mas a trilogia de pecados era uma grande misturada de sabores e acho que aquilo não resultou muito bem!

Ou então era eu que já estava um bocado chateada e a sobremesa já nem me soube bem... isto porquê?! 

Quando chegámos ao restaurante ainda estavam poucas mesas ocupadas (e algumas que estavam eram com pessoas dos petiscos de fim de tarde, que entretanto saíram), e por isso o atendimento foi muito bom e muito rápido. Mas a partir do momento em que o restaurante começou a encher a situação começou a complicar-se... o tempo de espera entre os pratos principais e as sobremesas, e entre sobremesas e cafés/conta foi mesmo demasiado! Ou seja, parece que funciona muito bem em alturas de pouco movimento, mas quando o restaurante enche, a capacidade de resposta deixa um pouco a desejar! De resto, não temos mais nada a apontar... até à altura da sobremesa estava tudo a correr "sobre rodas".

Relativamente ao preço, ficámo-nos pelos 17 euros/pp. É um preço perfeitamente aceitável para o tipo de restaurante e a localização.

Gula do Meko

Aldeia do Meco
Tel. 964 636 009
Horário: 12:30 - 03:00
Encerra às quartas